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02/12/2019
Saúde do Homem

Hiperplasia benigna: um dos problemas mais comuns de próstata

Exclusiva do aparelho reprodutor masculino, a próstata é uma glândula que fabrica esperma, o líquido que nutre os espermatozoides e que representa cerca de 30% da composição do sêmen. Está localizada junto de estruturas do trato urinário, ou seja, logo abaixo da bexiga e ao redor da uretra, por onde a urina sai. Apesar de suas dimensões diminutas perto de outros órgãos – pesa em torno de 20 gramas –, pode passar a incomodar à medida que os anos avançam.  Isso porque, na meia-idade, as células prostáticas começam se multiplicar, o que ainda não está bem explicado pela ciência, mas parece decorrer do envelhecimento e de uma combinação de fatores hormonais, genéticos e ambientais. Em consequência, ocorre um crescimento anormal da glândula na maioria dos homens, configurando a chamada hiperplasia da próstata, que, vale deixar bem claro, nada tem a ver com câncer nem aumenta esse risco. A hiperplasia é uma lesão benigna, restrita à glândula. No tumor maligno, as células crescem e invadem outros tecidos. Devido à localização da próstata, no entanto, o aumento de suas dimensões vai pressionando a bexiga e apertando a uretra. Por isso, a condição pode causar sintomas urinários obstrutivos ou de armazenamento – na prática, dificuldade para urinar e aumento da frequência das micções. Essas manifestações podem ser bem toleradas no começo, mas, conforme o tempo passa, atrapalham bastante a qualidade de vida do homem e também elevam o risco de infecções urinárias, obstruções graves, com retenção importante de urina, cálculos urinários e até de insuficiência renal.  Como se detecta a hiperplasia de próstata  O diagnóstico depende do exame clínico – de toque retal – e do levantamento da história do paciente para que o médico possa afastar outros problemas urinários e saber, por exemplo, se há uso de medicamentos que interferem no funcionamento da bexiga, tais como antialérgicos e diuréticos, além de consumo excessivo de líquidos e de cafeína, que estimulam a diurese. Alguns testes complementares são necessários, como a dosagem sanguínea do antígeno prostático específico, ou PSA, um marcador de alterações na glândula, que se eleva discretamente nesses casos. Por sua vez, o exame de urina e a ultrassonografia das vias urinárias ajudam a afastar a possibilidade de distúrbios exclusivos do trato urinário. Por fim, existem métodos diagnósticos específicos para medir a força do jato de urina e o esvaziamento da bexiga, entre outros parâmetros que dão suporte ao diagnóstico, como é caso da urodinâmica e da urofluxometria. Opções de tratamento para a hiperplasia prostática Uma vez detectada a hiperplasia benigna da próstata, os especialistas costumam tratar apenas os pacientes sintomáticos. Do contrário, mantém-se uma vigilância periódica das dimensões da próstata, com exame clínico e dosagem de PSA, pelo menos. Para casos que vão de leves a moderados, o problema pode ser tratado com medicamentos. Existem hoje várias categorias de fármacos usadas nesse contexto, que são selecionadas conforme o tipo de sintoma apresentado pelo paciente, de forma isolada ou combinada. De acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia, os alfabloqueadores estão entre as drogas mais utilizadas, já que aliviam as queixas urinárias logo nas primeiras semanas.  Todas as classes de medicamentos, no entanto, apresentam efeitos adversos que devem ser discutidos entre médico e paciente antes de tudo. Ademais, nenhum deles cura a condição. São remédios de uso contínuo, o que significa que, se interrompida sua administração por qualquer razão, os sintomas tornam a aparecer. Quem apresenta um quadro clínico mais intenso ou não responde aos fármacos tem indicação de realizar cirurgia. Hoje, o tratamento cirúrgico é feito sobretudo por métodos menos invasivos, como o procedimento endoscópico, que usa uma microcâmera dotada de um tipo de garra, que vai da uretra até a próstata e ali abre um caminho para o escoamento da urina, ou intervenção a laser, semelhante na execução, mas com menores efeitos indesejáveis. A cirurgia convencional, com incisão abdominal, fica reservada a poucos casos. Da mesma forma que no caso dos medicamentos, o paciente deve entender vantagens e desvantagens. O fato é que nenhum homem precisa ter sua qualidade de vida comprometida por conta do aumento da próstata. Mais um motivo para visitar periodicamente o urologista a partir da meia-idade e não ser pego de surpresa pela condição. Sintomas do aumento da próstata De armazenamento: - Urgência em urinar;- Aumento da frequência das micções, especialmente à noite;- Incontinência urinária (escape);- Dores para urinar. Obstrutivos: - Demora para iniciar a micção, mesmo quando precisa urinar;- Interrupção involuntária da micção;- Jato de urina fraco;- Sensação de que a bexiga não foi totalmente esvaziada;- Gotejamento ao fim da micção. Dá para prevenir a hiperplasia de próstata? Se o homem caminha para viver cada vez mais, a hiperplasia de próstata acabará chegando no futuro, mais dia menos dia. Contudo, os especialistas acreditam que a manutenção de um estilo de vida saudável ao longo dos anos, com atividade física regular, controle do peso e ingestão de vegetais, frutas, peixes e castanhas, exerça algum efeito sobre a prevenção da condição. Vale tentar, mesmo porque essa conduta também evita muitas outras doenças.

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18/11/2019
Saúde do Homem

Próstata: chegou a hora da consulta com o urologista

Novembro Azul na DaVita De acordo com um levantamento da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), mais da metade da população masculina só vai ao médico a pedido da esposa ou do empregador. Isso ajuda, em parte, a justificar a alta taxa de mortalidade pelo câncer de próstata no Brasil, de 25%, apesar de se tratar de um tumor de desenvolvimento lento – segundo o Instituto Nacional do Câncer, a maioria leva cerca de 15 anos para crescer um centímetro cúbico.  Essa hesitação em visitar o consultório, em particular o do urologista, já melhorou com o advento dos tratamentos para disfunção erétil, popularmente conhecida como impotência sexual, mas persiste nos dias atuais. Para os especialistas, o homem, sobretudo aquele que precisa marcar a consulta com o urologista pela primeira vez, ainda teme o exame de toque retal por preconceito e medo de dor.  Ocorre que o exame é essencial para avaliar a saúde da próstata, uma vez que permite ao urologista palpar a glândula e perceber quaisquer anormalidades ali presentes. Essa avaliação, em conjunto com a dosagem do antígeno prostático específico (PSA), um exame de sangue que, quando aumentado, sugere que a glândula apresenta algum distúrbio, alcança mais de 90% de eficiência para diagnosticar um tumor na região.  Na ausência de alterações físicas na próstata e na dosagem de PSA, médico e paciente combinam, de forma personalizada, o intervalo até a nova avaliação, que varia conforme riscos e achados de cada consulta. Já diante de resultados alterados, a investigação costuma prosseguir com ultrassonografia e biópsia da glândula, procedimento que retira fragmentos das lesões para análise no laboratório e pode revelar se elas são benignas ou malignas. Vale lembrar que a visita ao urologista configura igualmente uma boa oportunidade para que esse médico possa avaliar o estado geral da saúde do homem – e voltamos ao início deste texto –, já que, como indica a pesquisa da SBU, ele não é muito de passar na porta do consultório. Prevenção do câncer de próstata para as futuras gerações  Para desmistificar essa consulta no universo masculino, os especialistas vêm recomendando que os garotos adolescentes sejam levados para a primeira consulta com o urologista assim que iniciarem sua vida sexual – da mesma forma que as garotas, que logo são estimuladas a procurar o ginecologista para que recebam orientações sobre saúde sexual e prevenção de gravidez precoce, de doenças sexualmente transmissíveis e de outros problemas incidentes no sexo feminino. Com essa iniciativa, além de ser devidamente orientado em relação aos cuidados para uma vida sexual saudável, o rapaz pode criar um vínculo com esse especialista, que vai facilitar as coisas, no futuro, quando a questão da próstata estiver em evidência.  Dê esse passo e vá conversar com um urologista sobre sua saúde integral.  

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18/11/2019
Prevenção

O que é a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC)?

Sem acionar racionalmente nenhum mecanismo, o ser humano respira de 12 a 20 vezes por minuto em repouso. A cada vez, todas as células do corpo recebem oxigênio, fazem seu metabolismo e devolvem o gás carbônico resultante desse processo metabólico para a circulação. O gás carbônico é levado de volta para os pulmões para seguir o mesmo caminho do oxigênio que entrou, a fim de ser expelido pelo nariz. E assim vamos inspirando e expirando, muitas vezes sem notar a importância da respiração para a vida. A não ser que o ar comece a rarear.  Entre os problemas mais frequentes que interferem na capacidade de respirar está a conhecida asma, que acomete mais as crianças, e a doença pulmonar obstrutiva crônica, ou DPOC, que, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, afeta 210 milhões de pessoas ao redor do mundo, sobretudo adultos. Enquanto a primeira decorre de uma resposta exacerbada de defesa do organismo, resultante de fatores genéticos e ambientais, a segunda é adquirida principalmente após anos de tabagismo, incluindo outros tipos de fumo, como cachimbo, charuto e narguilé. O fumo passivo e a exposição à fumaça da queima de lenha e das queimadas de lavouras, por exemplo, também causam a doença.  Na prática, a DPOC mistura um quadro de bronquite crônica, uma inflamação que estreita os brônquios por conta de engrossamento de suas paredes e da presença de secreção, com o enfisema pulmonar, que consiste na destruição progressiva do tecido pulmonar, notadamente dos alvéolos, local das trocas gasosas. A soma dessas condições obstrui as vias respiratórias.  DPOC: um mal insidioso O problema é que a doença começa discreta e lentamente, com uma leve falta de ar aos esforços, acompanhada de tosse com catarro e pigarro, que pode ser erroneamente atribuída a um resfriado malcurado, a uma alergia e até mesmo ao envelhecimento, já que as pessoas afetadas costumam ter mais de 55 anos. Com o tempo, a falta de ar vai ficando mais intensa com a realização de mínimas atividades corriqueiras, até mesmo em repouso.  Além do risco de comprometer o sistema respiratório irremediavelmente, a DPOC, ao reduzir o aporte de oxigênio para o corpo, provoca fraqueza muscular e altera a capacidade de raciocínio. Para completar, ainda predispõe o organismo à formação de respostas inflamatórias por todos os órgãos e sistemas. Com isso, elevam-se as chances de ocorrência de um episódio cardiovascular, como infarto agudo do miocárdio e acidente vascular cerebral.  Por trás da tosse crônica e do pigarro do fumante, portanto, pode estar um quadro ignorado de DPOC. Por isso, muitos especialistas sugerem que toda pessoa que fuma há mais de dez anos faça periodicamente o exame de espirometria, o qual mede o fluxo de ar expelido pelo indivíduo, de modo a descobrir a doença antes que os agravos aos alvéolos se tornem irreversíveis.  Manutenção da função pulmonar Uma vez constatada a DPOC, todas as estratégias se voltam a mantê-la sob controle, ou seja, a preservar o que resta da função pulmonar, pois os alvéolos lesados não se regeneram. Parar de fumar é uma medida determinante, já que o quadro se agrava com o número de cigarros tragados por dia e o tempo de tabagismo. Os especialistas recomendam buscar apoio profissional para cumprir essa etapa indispensável, já que hoje se combinam estratégias de tratamento para um melhor resultado, como terapia, medicamentos e reposição de nicotina, mesmo na rede pública.  Já para as crises de tosse e falta de ar são usados broncodilatadores, que aliviam os sintomas e diminuem a produção de secreção, e corticoides inalatórios para reduzir a inflamação. A fisioterapia respiratória aumenta a resistência aos esforços e a qualidade de vida, embora não aumente a sobrevida do indivíduo em casos avançados. Quando, porém, o nível de oxigênio no sangue fica muito baixo, é necessário recorrer à oxigenioterapia (uso de cateter nasal continuamente). A atividade física, feita com regularidade sob orientação médica e acompanhada por profissional de educação física, igualmente ajuda a desacelerar a progressão das lesões da DPOC aos alvéolos. Ela  ainda é fundamental para fortalecer as fibras musculares, que sofrem uma redução devido a diversos mecanismos implicados na doença, entre os quais a insuficiência de oxigênio para o tecido muscular. Como prevenir a DPOC? Como as infecções pulmonares pioram as crises na DPOC, gerando ainda mais secreção, todos os portadores da condição devem se vacinar anualmente contra a gripe e, a cada três ou cinco anos, conforme o tipo de imunizante, também contra o pneumococo, uma bactéria perigosa, causadora de pneumonias e de outras infecções graves. A única forma de prevenir a instalação e o agravamento do quadro é manter distância do cigarro e de outros tipos de fumo. Além disso, qualquer tosse prolongada, ainda que desvinculada de tabagismo, precisa ser devidamente esclarecida por um médico. Preserve sua capacidade de respirar.

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