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21/07/2021
Prevenção

Após 18 meses de pandemia, a visão pede socorro

Entre os importantes impactos da Covid-19 na qualidade de vida das pessoas no mundo todo está também o aumento – e mesmo o agravamento – das doenças oculares. A pandemia de Covid-19 está afetando de maneira indireta, mas bastante relevante, a saúde ocular. Os problemas ocorrem em três frentes no Brasil e em outras partes do mundo. A consequência mais imediata foi o cancelamento de cirurgias eletivas, que levou muitos idosos portadores de catarata e glaucoma a terem seus quadros agravados.  Segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), o Sistema Único de Saúde (SUS) deixou de realizar 6,7 mil cirurgias para tratar o glaucoma em 2020. Somando todos os tipos de procedimentos cirúrgicos ambulatoriais, de janeiro a maio do ano passado, o SUS fez 36% menos intervenções que no mesmo período de 2019.  Nos Estados Unidos, a perda do volume de atendimento oftalmológico geral, incluindo todos os serviços, ultrapassou 80% entre março e abril de 2020, em comparação ao mesmo bimestre do ano anterior, segundo dados da National Patient and Procedure Volume Tracker Analysis. O CBO ainda não possui números sobre os efeitos dessas reduções em nossa população, mas muitos oftalmologistas relatam que tiveram alguns pacientes que evoluíram para perda total ou parcial da visão por conta de tais adiamentos. Hoje, com as medidas de precaução de contágio bem estabelecidas nos serviços de saúde e o avanço da vacinação contra o Sars-CoV-2, as cirurgias eletivas já voltaram à rotina, se não totalmente na rede pública, pelo menos na rede suplementar. Os protocolos de segurança são bastante rígidos para as equipes médica e de enfermagem e os pacientes, por sua vez, precisam se submeter ao teste de Covid-19 por RT-PCR alguns dias antes de seu ingresso no centro cirúrgico.​ Debandada do consultório Além das cirurgias adiadas, muitas pessoas, por medo da Covid-19, sumiram do consultório oftalmológico e não voltaram mais a pensar no assunto. Com isso, diversas doenças que progridem para cegueira sem tratamento em tempo hábil não foram diagnosticadas, como a retinopatia diabética, que piora com o descontrole do diabetes – algo que vem acontecendo bastante entre esse grupo de pacientes na pandemia – e a degeneração macular relacionada à idade, apenas para citar algumas.  O glaucoma merece um capítulo à parte. De acordo com o CBO, o SUS deixou de fazer nada menos que 1,6 milhão de exames para detecção precoce da doença em 2020, o que representou uma redução de quase 30% em relação a 2019. Essas pessoas correm um risco importante de perda de visão, já que o aumento da pressão intraocular que caracteriza a condição ocorre silenciosamente e lesa o nervo óptico – responsável por transmitir as informações visuais para o cérebro – de forma irreversível. Muito tempo de tela Para completar, o mundo tem assistido a um expressivo crescimento dos casos de miopia em crianças e adolescentes devido ao isolamento social e ao consequente uso excessivo de gadgets, inclusive para aulas a distância.  Apenas para dar uma ideia, um estudo que analisou o comportamento de 120 mil crianças chinesas durante a quarentena, feito naquele que foi o primeiro país a sofrer com o Sars-CoV-2, encontrou um aumento de três vezes na incidência desse erro de refração, na comparação com os cinco anos anteriores, entre meninos e meninas de 6 a 8 anos de idade.  Apesar de todos os impactos da pandemia na saúde ocular, ainda dá para minimizar esses prejuízos e evitar problemas mais graves. O CBO estabeleceu protocolos de segurança não só para cirurgias, mas também para todos os atendimentos na área, de exames para medir a acuidade visual até procedimentos mais invasivos. Escolha o Oftalmologista da DaVita mais próximo de você e marque agora mesmo sua consulta. ​  

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21/07/2021
Saúde da Mulher

Como cuidar da pele do rosto.

Incorporar a rotina de skincare é mais fácil do que você imagina. Antes de tudo, porém, vale consultar um dermatologista para entender as necessidades de sua pele. Para manter um rosto sempre saudável, os dermatologistas recomendam uma rotina de cuidados com a pele da região, mais conhecida pelo termo skincare. De modo geral, o processo exige pouco tempo e se compõe basicamente de limpeza, tonificação e hidratação, devendo ser precedido de remoção da maquiagem, quando for o caso. Cremes para tratamento, como antirrugas, clareadores e anti acne, por exemplo, entram na sequência. Durante o dia, a rotina se completa com a aplicação do filtro solar, sem o qual os cuidados ficam incompletos, já que a exposição solar cumulativa, sem proteção, além de causar câncer de pele, o mais frequente na população brasileira, responde por mais de 80% do envelhecimento da pele do rosto. Embora o mercado de cosméticos esteja coalhado de opções para todos os bolsos e gostos, é fundamental consultar primeiro um dermatologista para que ele possa identificar as necessidades de cada pele e prescrever, caso a caso, os produtos mais indicados, especialmente aqueles para tratamento, que devem possuir ativos farmacológicos – são os chamados dermocosméticos. Na tabela a seguir, a equipe de Dermatologia da DaVita explica o passo a passo da rotina de cuidados com a pele do rosto, que deve ser feita de manhã e à noite. Rotina de skincare Passos Resultado Como fazer Dicas Se estiver usando maquiagem, antes de tudo, aplique demaquilante ou água micelar para remover os produtos 1º Limpeza Elimina impurezas e excesso de oleosidade   Lave bem o rosto com um produto adequado a seu tipo de pele: sabonete em gel para peles mistas a oleosas ou espuma de limpeza para peles normais a secas Se o sabonete for mais abrasivo, evite a área dos olhos 2º Tonificação Reequilibra o pH da pele e remove vestígios de maquiagem e de impurezas que ainda tenham restado da limpeza Umedeça um pedaço de algodão com o produto e passe-o por toda a superfície do rosto, evitando a área dos olhos Em peles mais sensíveis, a água micelar pode dar conta dessa etapa sem prejuízos 3ºHidratação Repõe a água e os nutrientes da pele, a fim de melhorar tanto o aspecto quanto a saúde do rosto Aplique um produto próprio para seu tipo de pele: um gel-creme ou sérum para peles mistas a oleosas ou um creme para peles normais a secas. Espalhe o hidratante por todo o rosto até que seja completamente absorvido pela pele Aproveite para massagear o rosto enquanto passa o hidratante 4ºTratamento Depende do objetivo e/ou necessidade de cada pessoa: tratar acne, eliminar rugas e marcas do tempo, clarear manchas e assim por diante Aplique o produto conforme recomendação do dermatologista – lembre-se de que geralmente se trata de dermocosméticos, com ativos farmacológicos que vão agir sobre a queixa apresentada  Alguns produtos, como os que contêm ácidos, são indicados somente à noite, enquanto aqueles com ação antioxidante, como os que contêm vitamina C, podem ser usados de manhã 5º Filtro solar Protege a pele da ação dos raios solares Use um filtro com fator de proteção solar 30, no mínimo, e aplique-o diariamente, pela manhã, faça chuva ou faça sol. Não se esqueça de reaplicar o filtro ao longo do dia Escolha um produto apropriado para a pele do rosto, que é mais leve que as fórmulas corporais   Clique aqui e marque uma consulta com um dermatologista da equipe da DaVita. 

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22/06/2021
Criança

A luta contra o câncer na infância

O câncer infantojuvenil compreende um grupo de doenças caracterizadas pela proliferação descontrolada de células anormais em qualquer parte do corpo. De acordo com estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o Brasil teve 8,4 mil novos casos desses cânceres na população entre 0 e 19 anos de idade em 2020, com destaque para leucemias e linfomas, que representam a maior parte dos casos. Diferentemente da maioria dos tumores em adultos, que estão mais relacionados a fatores de risco externos, como ocorre, por exemplo, com o de pulmão, muito associado ao tabagismo, e com o colorretal, bastante vinculado ao consumo excessivo de carne vermelha e embutidos e à falta de ingestão de fibras, o câncer que acomete crianças se origina das células embrionárias, desenvolvendo-se mais rapidamente e de modo mais agressivo. Por isso mesmo, inclusive, não há como prevenir seu surgimento. Por outro lado, as diferentes doenças agrupadas sob a denominação de câncer infantojuvenil (veja quadro) são altamente curáveis – em torno de 80% dos pacientes entram em remissão, segundo o Inca – quando diagnosticadas precocemente e tratadas de forma adequada em centros especializados, com o apoio de uma equipe multidisciplinar. Mesmo porque, vale assinalar, a criança costuma responder bem ao tratamento, que, basicamente, inclui quimioterapia, radioterapia e, nos tumores sólidos, cirurgia. Quadro clínico pode confundir Com esse panorama, portanto, é fundamental ficar atento ao aparecimento dos sinais e sintomas iniciais do câncer na população de 0 a 19 anos, que podem ser semelhantes aos de doenças corriqueiras na infância e na adolescência, como viroses, ou mesmo podem ser erroneamente ligados a traumas ou a brincadeiras e esportes mais vigorosos. A melhor forma de não deixar nada passar é manter o acompanhamento pediátrico regularmente em todas as fases da vida da criança e do adolescente e, claro, valorizar as queixas dos pequenos – ou o choro insistente dos menores. Ainda que não pareça importante, uma dor de perna constante é, sim, motivo para marcar uma consulta. Por meio do exame e da história clínica, o pediatra consegue definir se o quadro corresponde, por exemplo, a uma dor de crescimento, muito frequente na infância, ou se requer investigação mais aprofundada com exames de sangue e de imagem – além de câncer, diversas outras doenças podem cursar com essa manifestação. Na dúvida, converse sempre com o pediatra ou com um médico de sua confiança. Conheça os sinais e sintomas de alerta Caroços ou inchaços, sobretudo quando aparecem sem dor, febre ou sinal de infecção Palidez Hematomas (manchas roxas) pelo corpo Sangramento na gengiva ou pelo nariz Dor de perna ou dor óssea frequentes, que não cessam sem analgésicos Perda de peso mesmo com alimentação adequada Febre prolongada sem manifestações de infecção Tosse persistente ou falta de ar Suores noturnos Alterações oculares: pupila branca diante da exposição à luz, estrabismo súbito, perda visual, manchas roxas ou inchaço ao redor dos olhos Inchaço no abdome Dor de cabeça persistente e grave Vômitos pela manhã, com piora progressiva ao longo dos dias Cansaço e letargia, a ponto de a criança se negar a brincar ou se isolar Tontura e falta de equilíbrio e coordenação Alterações de comportamento Tipos de câncer infantojuvenil: Leucemias Linfomas Tumores no sistema nervoso central Neuroblastoma (no abdome) Tumor de Wilms (nos rins) Retinoblastoma (na retina) Tumor germinativo (nas células que dão origem a ovários e testículos) Osteossarcomas (nos ossos) Sarcomas (nas partes moles)

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