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23/03/2020
Criança

Um cérebro diferente. Assim é o autismo

A série The Good Doctor trouxe ao público um tema pouco discutido na sociedade: a capacidade de o autista exercer uma profissão, relacionar-se e ser independente. O protagonista, o cirurgião Shaun Murphy, tem autismo e uma síndrome rara (Savant), que lhe permite fazer cálculos complicados e se valer de uma memória fotográfica. Apesar dos preconceitos de colegas e de pacientes, o jovem profissional ajuda a elucidar diagnósticos complexos e a buscar soluções inusitadas na sala cirúrgica e até fora dela, mudando a percepção das pessoas a seu respeito. A série é uma ficção romanceada, mas especialistas não acham impossível que um indivíduo autista seja competente na área do conhecimento de sua escolha, mesmo que isso se aplique a uma minoria. Depende justamente do grau do chamado transtorno do espectro autista, que recebe esse nome por ser um conjunto de condições caracterizadas por alterações no desenvolvimento neurológico, que se manifestam, em conjunto ou isoladamente, por dificuldade de comunicação, de linguagem e de socialização, assim como por interesses e atividades restritas e repetitivas.  O nível de funcionamento intelectual varia muito, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, havendo desde comprometimento cognitivo profundo até níveis superiores de desempenho, sendo ainda muito comum que os indivíduos apresentem outros distúrbios psiquiátricos e neurológicos concomitantes, como epilepsia, depressão, ansiedade e transtorno do déficit de atenção e hiperatividade.  Diversos espectros No autismo clássico, as pessoas são ensimesmadas e não estabelecem contato visual com seus interlocutores, tampouco com o ambiente ao redor. A fala não é usada como recurso de comunicação, apesar de poderem falar e entender ideias e palavras simples, desde que no sentido literal, sem metáforas nem duplos sentidos. Há preferência por brincadeiras solitárias na infância e isolamento conforme os anos passam.  Já no autismo de alto desempenho, também conhecido como síndrome de Asperger, embora possam apresentar as mesmas dificuldades de relacionamento e comportamento em graus variáveis, os indivíduos são bastante verbais e inteligentes, muitas vezes exibindo um desempenho genial em suas atividades. Dependendo do nível de interação social, conseguem levar uma vida sem impedimentos.  Dentro do espectro autista, há ainda os distúrbios globais do desenvolvimento, cujos sintomas, que vão além das dificuldades de comunicação e de relacionamento – incluindo, por exemplo, aversão ao toque, problemas de coordenação motora, alterações de humor e muitos outros –, não se encaixam em nenhuma das duas outras formas, impondo maior desafio ao diagnóstico. Todas as apresentações podem ser muito variáveis, algumas bem discretas, outras mais evidentes. Por isso se usa o termo espectro na denominação da condição – são várias facetas de uma mesma moeda. Na maioria dos casos, os sinais de autismo ficam perceptíveis até os 5 anos de idade e persistem por toda a vida. Com frequência, mães de filhos autistas relatam que seus bebês não as olhavam nos olhos durante a amamentação, já demonstrando uma das características mais marcantes da condição – a falta de contato visual. Apoio e cuidados para muitos A OMS estima que 70 milhões de pessoas em todo o mundo apresentem algum transtorno do espectro autista, das quais 2 milhões no Brasil, embora não tenhamos por aqui nenhum estudo de frequência entre brasileiros. As autoridades sanitárias mundiais observam um aumento no número de casos, que, no entanto, atribuem a uma maior conscientização sobre a condição, ao aprimoramento das informações reportadas e a uma ampliação dos critérios e dos recursos diagnósticos. As causas do transtorno permanecem sob uma certa névoa para a ciência, mas parece haver um consenso de que envolvem sobretudo fatores genéticos. Mutações em proteínas que ficam ancoradas na superfície dos neurônios, para permitir que o estímulo nervoso flua de forma adequada entre eles, provocam desequilíbrio entre os sinais de excitação e inibição que navegam entre as células nervosas, impactando a linguagem, o aprendizado, a interação social e a memória dos indivíduos. Já existem testes genéticos que ajudam a dar suporte ao diagnóstico, contudo a identificação do quadro permanece sendo essencialmente clínica, feita no consultório. Quanto ao tratamento, como qualquer condição que envolva comportamento, o autismo requer uma abordagem personalizada e não tem cura. Em todos os casos, exige o engajamento dos pais, educadores e de uma equipe de saúde multidisciplinar para promover a reabilitação do indivíduo e sua inclusão social. Quanto mais cedo essa estratégia se inicie, melhor o resultado. De qualquer forma, a condição traz impactos econômicos e sociais importantes para o portador e sua família. Voltando ao nosso exemplo inicial, apenas dois em cada dez autistas conseguem ter alguma independência semelhante à do Dr. Shaun. A maioria precisa de apoio social e de cuidados permanentes, o que implica o empoderamento dos cuidadores por parte das autoridades de saúde. Portanto, conhecer exatamente a epidemiologia da condição é essencial para criar políticas públicas para essa população, não só no que tange ao atendimento de saúde, mas também à garantia do cumprimento dos direitos desse grupo, que, afinal, é mais vulnerável em todos os sentidos.  Se você tem dúvidas sobre o comportamento de seu filho, ainda que ele já tenha passado dos 5 anos, não perca tempo. Procure um médico que conheça a história clínica da criança para esclarecimentos e eventual encaminhamento a um especialista. Exemplo real de inclusão Greta Thunberg, a ativista ambiental sueca que tem cutucado a ferida dos grandes poluentes do planeta, foi diagnosticada com Asperger aos 11 anos. Em vez de contê-la, porém, a descoberta a impulsionou, evidentemente graças à boa acolhida na família, na escola, nos serviços de saúde e na sociedade. Assim, conseguiu transformar sua obsessão e seu temor com a degradação ambiental e o aquecimento global numa luta produtiva, que acabou mobilizando milhões de outros jovens. O fato é que a sueca, hoje com 16 anos, é um exemplo real de inclusão do autista na sociedade mundial, que deixa qualquer romance no lugar dele – na esfera ficcional.

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17/03/2020
Prevenção

Saiba a diferença entre cistite, pielonefrite e glomerulonefrite

O sistema urinário compõe-se dos rins, onde a urina é formada após a filtragem do sangue, assim como dos ureteres, da bexiga e da uretra, que, respectivamente, respondem pelo transporte, armazenamento e eliminação da urina. Quando uma bactéria coloniza qualquer uma dessas estruturas, temos uma infecção do trato urinário, que pode ser considerada inferior ou superior. No trato inferior, a infecção recebe o nome de cistite e afeta a bexiga. Caracteriza-se por urgência para urinar e, paradoxalmente, pouco volume excretado em cada micção, dor pélvica e lombar, ardor ao urinar e eventual febre, podendo haver também sangue na urina. A bactéria mais frequentemente envolvida nessa infecção é a Escherichia coli, presente no sistema digestório.  Como a mulher tem uma uretra curta, apresenta maior propensão à cistite devido à proximidade dessa estrutura com a região anal e vaginal, o que favorece a contaminação do trato urinário por bactérias que vivem naturalmente nessas áreas do corpo. Os especialistas estimam que uma em cada quatro pacientes do sexo feminino terá um episódio de cistite ao longo da vida. Além disso, pessoas com baixa imunidade decorrente de outras enfermidades, bem como diabéticos, são igualmente mais vulneráveis à infecção.  O diagnóstico é clínico, com apoio do exame de urina tipo I, que sinaliza a presença de células de defesa em número aumentado – um sinal de infecção –, e da cultura de urina com antibiograma, que isola o microrganismo causador do problema e, além disso, informa os antibióticos capazes de combatê-lo. Em geral, o tratamento tem curta duração e o número de dias e doses varia conforme o medicamento escolhido. Em pacientes que apresentam repetidas infecções, mesmo tomando todos os cuidados preventivos, pode ser indicado um antimicrobiano de uso crônico. No andar de cima Já no trato superior urinário, a infecção, denominada pielonefrite, acomete os rins e a pelve renal – tipo de funil por onde a urina escorre até o ureter. Diferentemente da cistite, que cursa com sintomas limitados à região, a pielonefrite gera efeitos sistêmicos, manifestando-se com febre elevada, dor lombar irradiada para a pelve e calafrios. Podem ocorrer ainda náuseas, vômitos e outras queixas não específicas. Se não tratada a tempo, há risco de essa infecção causar lesões nos rins, capazes de comprometer sua função primordial, de filtrar o sangue e remover as toxinas do corpo. Além disso, a bactéria envolvida pode entrar pela circulação e se alastrar por todo o organismo, causando a sepse. Alguns fatores de risco para a pielonefrite são os mesmos da cistite, como anatomia feminina e queda da imunidade. Mas há outros, como obstruções no trato urinário, que ocorrem por conta de cálculos renais, aumento benigno da próstata, gravidez ou refluxo vesicureteral, que consiste no retorno de pequenos volumes de urina da bexiga para os ureteres e os rins. Para o tratamento, o conjunto de antibióticos usado no combate às cistites também é efetivo, já que as bactérias envolvidas são as mesmas, com destaque para a E. coli. Contudo, conforme o grau da infecção, o paciente pode precisar ser hospitalizado para receber antimicrobiano por via endovenosa e ter sua função renal monitorada. Dentro do sistema de filtração Os problemas no sistema urinário podem ainda interferir no próprio mecanismo de filtração dos rins, sobretudo nos glomérulos, que são unidades constituídas por pequenos vasos, justamente onde ocorre a filtragem do sangue, assim como a produção da urina. Aqui, falamos das glomerulonefrites, inflamações que podem ser agudas ou crônicas, primárias ou secundárias a outras doenças. Os casos primários, causados geralmente por alterações imunológicas que surgem após infecções, originam-se nos glomérulos. Quando se manifestam, os sintomas incluem acúmulo de líquido nas pálpebras e nas pernas, ganho de peso, elevação da pressão arterial, anemia, perda de sangue e de proteínas pela urina e fraqueza. A doença, no entanto, pode cursar em silêncio e agredir vagarosa e irreversivelmente os rins, o que retarda o diagnóstico e, por consequência, favorece a evolução do quadro para insuficiência renal crônica, uma condição grave, que provoca a perda progressiva da função renal e que, segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia, atinge 850 milhões de pessoas ao redor do mundo, resultando em mais de 2 milhões de mortes por ano.  O diagnóstico requer a realização de exames laboratoriais que avaliam a capacidade de filtrar dos rins, mas apenas uma biópsia confirma a glomerulonefrite. O portador da doença pode precisar apenas de acompanhamento com nefrologista e dieta com restrição de sal, proteínas e líquidos, mas, dependendo do acometimento renal, também de tratamento medicamentoso, controle da pressão arterial e, se a evolução para insuficiência renal for rápida, encaminhamento para diálise e até transplante de rim. Por sua vez, as glomerulonefrites secundárias costumam ocorrer depois de infecções em outras regiões do corpo, a exemplo de amigdalite por estreptococos, de hepatite viral e mesmo infecção por HIV. Outra possibilidade é que surjam como complicações de doenças autoimunes, como lúpus eritematoso sistêmico, e, sobretudo, em decorrência de anos de hipertensão arterial e diabetes, duas condições crônicas bastante frequentes.  Um sinal típico desse quadro é a urina espumosa, que ocorre devido à eliminação de proteína, assim como o inchaço nos membros inferiores. Nesse caso, é fundamental tratar a doença que deu origem ao quadro e acompanhar a função renal rigorosamente para evitar lesões aos rins. O fato é que o sistema urinário precisa mesmo de cuidados. Fique sempre atento a qualquer sintoma dessa natureza e mantenha contato frequente com um médico que conheça seu histórico de saúde. Assim, poderá flagrar qualquer alteração ainda no estágio inicial, quando a prevenção ainda ajuda muito a impedir complicações.   Para ficar livre de problemas urinários Para todos: Tome bastante água diariamente, pois esse hábito ajuda a eliminar as bactérias presentes na bexiga. A quantidade ideal é aquela que deixa a urina amarelo-clara Não segure o xixi por longos períodos. Urinar sempre que o cérebro dá o alarme é uma medida de prevenção essencial Diminua o consumo de sal e açúcar para minimizar as chances de desenvolver diabetes e hipertensão arterial Não negligencie amigdalites por estreptococo Cuide de sua imunidade: alimente-se bem, tenha um estilo de vida saudável, combata o estresse e pratique atividade física regularmente. Só para mulheres: Urine sempre após as relações sexuais para que as eventuais bactérias que estejam no trato urinário sejam eliminadas Tenha cuidado redobrado na higiene dos genitais. Se possível, procure se lavar com água e sabão após cada evacuação Não use roupas muito justas ou que retenham umidade, uma vez que estimulam a proliferação bacteriana Pelo mesmo motivo, troque absorventes com frequência.

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09/03/2020
Prevenção

Saúde bucal reflete o bem-estar geral

Quem já teve dor de dente ou machucados no interior da boca sabe quanto essas condições podem ser incômodas. Às vezes, é só um dente avariado, às vezes uma afta pequena, mas  a impressão é a de que há um trator indo e voltando em torno de nosso rosto. A sensação é tão desconfortável que chega a atrapalhar a vida diária de muita gente no auge de sua produtividade. Segundo uma pesquisa feita pela Secretaria do Estado da Saúde de São Paulo, metade dos 6.051 indivíduos na faixa etária de 35 a 44 anos relataram que problemas na boca ou nos dentes causam impacto negativo em suas atividades diárias. Feita em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a pesquisa analisou o comportamento de 17.560 pessoas em relação à saúde bucal versus qualidade de vida. De fato, a saúde bucal está intimamente relacionada com a saúde integral do ser humano. A boca cumpre várias funções essenciais na fala, na mastigação e na respiração. Além disso, funciona como uma grande porta de entrada para nutrientes essenciais à nossa sobrevivência – e, claro, também a bactérias e outros microrganismos. Assim, qualquer problema bucal ou dentário pode afetar nossa capacidade de falar, sorrir, saborear, mastigar, engolir e até de transmitir emoções. Felizmente, de acordo com a Federação Mundial de Odontologia, uma boa higiene bucal é capaz de reduzir o risco de desenvolvimento de doenças na boca e nos dentes, como cáries, mau hálito, placa bacteriana e o tártaro (ou placa endurecida). Além disso, o tabaco e bebidas alcoólicas devem ser evitados, já que são patrocinadores de diversos males, como câncer de boca, assim como a má alimentação. Alimentos ricos em açúcares e amido produzem ácidos que removem o esmalte dos dentes, propiciando a formação de cáries. O grande problema é que doenças da cavidade oral podem não se restringir à boca, especialmente a periodontite, também chamada de doença periodontal,que, na verdade, é uma espécie de inflamação da gengiva em estágio avançado, causada quase sempre por má higiene bucal.Da mesma forma que as cáries muitas vezes reduzem a qualidade de vida das pessoas, seja pela necessidade de tratamentos incômodos, seja pelas implicações estéticas, a doença periodontal, por afetar a parte de tecido entre os dentes e a mandíbula, dá espaço para a proliferação de bactérias para outros sítios através da circulação sanguínea, incluindo cérebro, pulmão e coração. A associação entre problemas na gengiva e doenças cardíacas é comum, culminando muitas vezes com endocardite, uma inflamação das válvulas e do tecido cardíaco de origem bacteriana. Quando a boca dá o alarme Se alguns problemas bucais geram efeitos sistêmicos, o contrário também é verdadeiro. A boca pode manifestar sinais de diversas doenças, inclusive de algumas não diagnosticadas, o que torna o check-up periódico com o dentista ainda mais importante. Diante de alterações reconhecíveis, mas que fogem ao seu escopo, ele encaminhará o paciente para o médico competente. No capítulo das doenças infecciosas, a sífilis primária, por exemplo, pode se manifestar como uma lesão na gengiva que demora a cicatrizar ou como uma lesão com placas vermelhas. Já gengivite, grandes aftas, sapinho e linhas brancas na lateral da língua sugerem aids, manifestação do vírus HIV. Por sua vez, a presença de verrugas indica infecção pelo papilomavírus humano, ou HPV, as quais podem evoluir para câncer de boca. Doenças autoimunes, nas quais o sistema de defesa se volta contra estruturas do próprio corpo, produzem úlceras muito dolorosas na mucosa bucal, que demoram semanas para regredir. Entre elas estão o lúpus eritematoso sistêmico, a doença de Behçet e o pênfigo vulgar. Enfermidades hematológicas do mesmo modo apresentam sintomas bucais. Uma língua muito lisa pode ser sinal de anemia e uma gengiva inchada, com sangramentos espontâneos, não raro levanta a suspeita de leucemia. Problemas no fígado também se manifestam na cavidade oral. A cirrose hepática, por exemplo, deixa as partes moles da boca amareladas e esverdeadas. E o diabetes costuma ser uma importante causa de gengivite. Até mesmo transtornos alimentares, como a inaparente bulimia, podem ser flagrados na cadeira do dentista. O hábito de regurgitar a comida em segredo, característico dessa condição, leva à boca ácidos estomacais que acabam com o esmalte dos dentes e machucam as mucosas. O fato é que a boca diz muito sobre nosso estado geral. Visite um dentista regularmente e não negligencie lesões, sangramentos ou quaisquer sensibilidades nos dentes. Cuide bem de sua boca - Remova a placa bacteriana por meio da escovação adequada dos dentes - Use fio dental a cada higienização dentária - Vá ao dentista regularmente, conforme periodicidade estabelecida por ele- Limpe a língua, retirando a chamada saburra lingual, onde se depositam microrganismos causadores de mau cheiro. Vale lembrar que a escova de dentes não dá conta desse serviço e, por isso, você pode optar pelo uso de raspadores- Evite consumir muitos doces, assim como o açúcar de mesa- Prefira cremes dentais com flúor mineral, pois eles ajudam a prevenir cáries - Não fume e evite ingerir bebidas alcoólicas - Caso utilize próteses dentárias, garanta que fiquem bem ajustadas e, claro, sempre limpas

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