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19/10/2020
Outubro Rosa

Como a ultrassonografia entra no rastreamento de câncer de mama

Você vai ao ginecologista e seu médico pede, além da mamografia, uma ultrassonografia das mamas. E a pergunta que vem à cabeça é: preciso mesmo realizar os dois exames?   A mamografia, que consiste numa radiografia das mamas, de fato é o único método de imagem com eficácia comprovada na redução de mortalidade por câncer de mama, razão pela qual é usada de forma universal para rastrear a doença em mulheres a partir da meia-idade. Logo, desse exame não dá para abrir mão.   Mas a ultrassonografia pode ser necessária para melhorar a sensibilidade – justamente a capacidade de encontrar alterações – da mamografia em pacientes cujas mamas são densas, ou seja, compostas por mais tecido fibroglandular do que por gordura.    Ocorre que esse tecido, que contém as estruturas envolvidas na produção de leite, aparece esbranquiçado nas imagens mamográficas, da mesma forma que eventuais nódulos ou lesões mamárias, dificultando o rastreamento, mesmo para os olhos treinados do radiologista. A parte gordurosa da mama, ao contrário, fica escura no exame, permitindo maior contraste com lesões.    Quem precisa dos dois exames   O predomínio do tecido fibroglandular é característico de mulheres mais jovens. Acontece que, mesmo a partir da quarta década de vida, muitas pacientes continuam com mamas densas devido a fatores hormonais e reprodutivos, o que pode dificultar o diagnóstico de determinadas alterações pelo estudo mamográfico.    Por isso, os especialistas consideram a realização combinada de mamografia e ultrassonografia nesse grupo de pacientes. Uma não substitui a outra, que fique bem claro: são métodos complementares.   Em mulheres com mamas formadas principalmente por tecido gorduroso, por sua vez, a mamografia costuma dar conta do recado e pode dispensar o complemento ultrassonográfico no rastreamento.    O que a ultrassonografia das mamas mostra   A ultrassonografia, que usa ondas sonoras para captar imagens do interior dos órgãos, detecta lesões que não podem ser bem visualizadas na mamografia por conta da maior densidade mamária.    Além disso, o exame distingue cistos, que têm conteúdo líquido ou espesso em sua maioria, de nódulos, que apresentam conteúdo sólido. Nas imagens da avaliação mamográfica, os dois tipos de lesão se assemelham.   Em mulheres jovens, que ainda não fazem rastreamento periódico de câncer de mama, a ultrassonografia é o exame de escolha para investigar queixas de nódulos palpáveis, complicações após cirurgias e outras doenças mamárias.   Vale lembrar que o método também serve para guiar biópsias de mama, procedimento executado quando há necessidade de extrair fragmentos de lesões para verificar a natureza de suas alterações no laboratório. 

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19/10/2020
Outubro Rosa

Minha mamografia deu BI-RADS. Devo me preocupar?

Se não bastassem os termos de difícil entendimento para uma pessoa leiga no resultado de uma mamografia, o laudo também conclui a análise com uma sigla, BI-RADS, acompanhada de um número que vai de 0 a 6. Muita gente estranha essa nomenclatura. Meu exame recebeu a classificação BI-RADS 3, o que isso significa? O BI-RADS é a sigla da expressão Breast Image Reporting and Data System, uma metodologia criada pelo Colégio Americano de Radiologia, em 1993, para padronizar os laudos da mamografia, de forma a reduzir os riscos de má interpretação dos achados de imagem entre diferentes médicos e serviços de saúde, e ainda favorecer a comparação de resultados a cada ano – já que o rastreamento mamográfico é anual.  A estratégia ajuda o médico que acompanha a paciente a definir a continuidade da investigação com outros métodos de imagem ou mesmo com a biópsia mamária, procedimento realizado para a retirada de fragmentos de uma lesão de mama em casos suspeitos de câncer. Inicialmente, o sistema foi desenvolvido para categorizar os laudos de mamografia, mas hoje também se aplica a exames de ultrassonografia das mamas e de ressonância magnética das mamas.  Para que você possa entender melhor os próximos passos da investigação diagnóstica a partir de um resultado de mamografia ou de outro exame de imagem das mamas, nossos especialistas explicam o significado de cada categoria do BI-RADS. Confira.  Classificação dos achados da imagem segundo o BI-RADS Categoria Significado BI-RADS   0 Exame inconclusivo, o que pode ocorrer por problemas técnicos, como mau posicionamento das mamas e axilas no aparelho e movimentação da paciente durante o exame. Recorre-se também a essa categoria quando há dúvidas sobre a existência de alguma alteração, o que geralmente implica a realização de uma nova mamografia na sequência ou outros exames de imagem. BI-RADS 1 Exame normal, sem achados. Nessa situação, a mamografia não encontra nenhuma alteração e não há risco de câncer de mama. A próxima avaliação mamográfica pode ser feita com intervalo de um ano. BI-RADS 2 Exame com achados benignos. A mamografia detecta alterações, mas, apenas por seu aspecto, o radiologista consegue determinar que apresentam natureza benigna. Cistos simples (veja boxe) são exemplos bem comuns dessas lesões. Da mesma forma, o estudo pode ser repetido normalmente em 12 meses. BI-RADS 3 Exame com achados provavelmente benignos. Aqui, embora as lesões pareçam benignas, o radiologista não tem 100% de certeza disso. Assim, a recomendação, para uma mamografia com esse resultado, é repetir o exame em seis meses para verificar se houve mudanças ou se os achados iniciais permaneceram estáveis. De qualquer modo, o risco de uma lesão BI-RADS 3 ser câncer de mama não passa de 2%. BI-RADS 4 Exame com achados suspeitos de câncer. Quando uma lesão recebe essa classificação, obrigatoriamente precisa de biópsia para esclarecimento de sua natureza – se benigna ou maligna. Nem sempre, no entanto, a alteração encontrada corresponde a um tumor maligno. Por isso, a categoria abrange três subdivisões: BI-RADS 4A, que tem baixo risco de malignidade, entre 2% e 10%; BI-RADS 4B, com risco entre 11% e 50%; e BI-RADS 4C, com risco entre 51% e 95%. BI-RADS 5 Exame com elevado risco de câncer. Nessa categoria, só pelo aspecto dos achados o radiologista percebe que se trata de lesão/alteração altamente suspeita de tumor de mama, acima de 95%. De qualquer modo, todos os casos que recebem essa classificação também requerem biópsia para a confirmação diagnóstica da doença. BI-RADS 6 Resultado com lesão maligna já conhecida. Costuma aparecer nos laudos de exames de pacientes antes ou durante o tratamento – por exemplo, na mamografia de mulheres que já começaram uma quimioterapia. A categoria, na pratica, serve para indicar ao médico solicitante que a lesão em questão não é nova, mas aquela que motivou a terapia. Também tem importância para que o achado não seja contabilizado como um novo caso de câncer, para efeitos epidemiológicos.   Entenda outros termos que pode encontrar em seus exames de mama NódulosLesões com conteúdo sólido. Características como tamanho, contorno (regular ou irregular), limites e densidade ajudam a indicar se são benignos ou suspeitas de câncer.   CistosTêm conteúdo líquido e espesso, quando são considerados cistos simples, ou conteúdo heterogêneo, líquido e sólido, quando são tidos como cistos complexos. Quase sempre têm natureza benigna.   Microcalcificações Cristais de cálcio depositados na mama. Podem corresponder ao primeiro sinal de câncer de mama apenas quando aparecem agrupadas, com densidade, formatos e tamanhos diferentes. 

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19/10/2020
Outubro Rosa

Mamografia reduz a mortalidade por câncer de mama

Diversas condições clínicas podem ser prevenidas com comportamentos saudáveis e seguros, especialmente as que apresentam poucas causas. No câncer de mama, que decorre de diferentes fatores de risco, como ambientais, biológicos, comportamentais, reprodutivos, hormonais e genéticos, o desafio de evitar a doença dessa forma é maior – mas não impossível.  Segundo o Instituto Brasileiro de Câncer (Inca), algumas boas escolhas que fazemos são capazes de prevenir 30% dos casos desse tumor. Entre elas, praticar atividade física regularmente, controlar o peso e manter uma alimentação saudável.  O Inca também lembra que o aleitamento materno configura um fator de proteção contra o tumor. Conforme um estudo que envolveu mulheres de 30 nacionalidades diferentes, o risco de desenvolver câncer de mama cai 4,3% a cada 12 meses de amamentação. Contudo, com exceção dos fatores de risco comportamentais, os demais aspectos que aumentam a chance de desenvolver um tumor mamário não podem ser modificados. Por isso, os especialistas utilizam a chamada estratégia de prevenção secundária, que consiste em pesquisar o câncer quando ainda não há sinais e sintomas dele (veja boxe). Para tanto, utiliza-se a mamografia, uma radiografia das mamas capaz de revelar nódulos (caroços) não palpáveis ou mínimas alterações compatíveis com um tumor em estágio inicial. Benefícios do rastreamento  O Ministério da Saúde recomenda que as mulheres realizem a mamografia entre os 50 e os 69 anos de idade, a cada dois anos, a mesma indicação da Organização Mundial de Saúde. Já o Colégio Brasileiro de Radiologia, a Sociedade Brasileira de Mastologia e a Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia defendem que o exame seja feito anualmente a partir dos 40 anos. Entre um parecer e outro, evidentemente, vale o que o seu médico orientar. Diversos estudos ao redor do mundo apontam que o rastreamento mamográfico periódico reduz de forma importante a mortalidade por câncer de mama – os percentuais de redução variam de 25% a 40% – e diminui a agressividade do tratamento e seus efeitos adversos. Afinal, quanto mais cedo se detecta uma lesão maligna, menos recursos terapêuticos são necessários para combatê-la. O fato é que a mamografia não previne o tumor mamário, mas permite seu diagnóstico precoce, possibilitando que a mulher saiba que tem a doença antes mesmo de apresentar qualquer manifestação clínica e faça o tratamento antes que o tumor cresça e se espalhe. Por essa razão, o uso do método está relacionado à diminuição da taxa de mortalidade por câncer de mama. Em situações especiais, como em casos de risco de câncer hereditário ou na presença de mamas muito densas, a mamografia pode ser combinada à ressonância magnética ou à ultrassonografia para aumentar a sensibilidade do rastreamento. A associação desses métodos de imagem visa sempre ao diagnóstico do câncer em estágio inicial, quando, vale assinalar, as chances de cura ultrapassam a casa dos 90%.  Atenção a sinais e sintomas nas mamas Mesmo fazendo mamografia conforme a periodicidade determinada nas consultas anuais com o ginecologista e/ou mastologista, nos intervalos entre um rastreamento e outro, procure se certificar de que suas mamas permaneçam inalteradas desde a última avaliação, observando-as e palpando-as pelo menos uma vez por mês. Conheça seu corpo e fique atenta particularmente à presença de: - Caroço fixo e indolor, percebido pela palpação - Pele das mamas avermelhada e retraída - Mamilos alterados - Secreção nos mamilos (que sai espontaneamente) - Gânglios no pescoço ou nas axilas Esses sinais e sintomas são característicos de doenças de mama, inclusive câncer. Portanto, se encontrar algum deles, procure esclarecimentos com seu médico. 

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