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16/09/2021
Prevenção

Conheça melhor a psoríase

Resultante de um ataque do sistema imunológico às células da pele, associado a fatores externos e genéticos, a psoríase compromete a qualidade de vida, mas tem tratamento.   Conheça melhor a Psoríase Doença inflamatória da pele a Psoríase não é contagiosa, caracteriza-se por lesões avermelhadas e descamativas que surgem em diferentes partes do corpo.  Tem evolução crônica, com ciclos de remissão e exacerbação; geralmente as lesões permanecem localizadas, mas pode ocorrer generalização em uma minoria dos casos. A afecção afeta cerca de 2 milhões de brasileiros, em ambos os sexos, conforme dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Veja o que está por trás da condição.  Por que as lesões aparecem? A doença envolve um ataque indevido do sistema imunológico à pele, o que começa quando os linfócitos T liberam substâncias inflamatórias e formadoras de vasos no maior órgão do corpo humano. O organismo responde a essa agressão com a dilatação dos vasos sanguíneos locais e a infiltração da pele por neutrófilos, além de passar a produzir mais células cutâneas, aumentando a velocidade de seu ciclo evolutivo, o que resulta numa grande produção de células imaturas. Como o corpo não consegue eliminá-las, elas ficam acumuladas na superfície da pele e originam as placas avermelhadas que caracterizam a psoríase.   O que causa esse processo? A causa exata não está bem esclarecida, mas os especialistas defendem que a psoríase decorra de uma combinação de fatores. Além do processo autoimune descrito anteriormente, com as células de defesa atacando as células da pele, existem vários gatilhos externos para as crises, tanto ambientais quanto comportamentais, como estresse, exposição ao frio, obesidade, infecções, tabagismo e consumo de bebidas alcoólicas, entre outros. E quem possui histórico familiar da doença, para completar, tem entre 30% e 40% de chance de também vir a apresentar lesões ao longo da vida.   A doença se manifesta sempre da mesma forma? Há várias apresentações. A mais comum é a psoríase em placas, também conhecida como psoríase vulgar, que representa 90% dos casos e envolve cotovelos, joelhos, dorso e couro cabeludo. As lesões são avermelhadas e elevadas, com escamas esbranquiçadas, que se desprendem e se espalham por roupas e objetos da pessoa. A doença tem ainda outras formas que podem afetar exclusivamente unhas, tronco e membros, couro cabeludo e dobras, como axilas e virilhas, além daquelas que cursam com bolhas de pus, com inflamação nas articulações e com manchas por todo o corpo.  Além das lesões, há outros sintomas? As manifestações variam conforme o tipo da doença e podem incluir pequenas manchas claras ou escuras, como residuais das lesões ativas, ressecamento da pele, descamação das placas que pode até desencadear sangramento local, coceira é muito frequente, além de queimação, alterações visíveis nas unhas, inclusive com descolamento, e até acometimento articular com dor, inchaço e rigidez nas articulações.  Como é feito o diagnóstico da condição? Apenas com um exame clínico, um dermatologista consegue identificar as manchas e sinais característicos da doença, embora em alguns casos possa precisar de uma biópsia de pele para distinguir o quadro de outras doenças cutâneas.  A psoríase tem cura? Como é o tratamento? A doença não pode ser curada, mas o tratamento permite o controle da doença e das crises e proporciona ao paciente uma melhor qualidade de vida. Nos casos leves, usam-se cremes e pomadas tópicas, hidratantes para a pele e banhos de sol no início da manhã ou fim da tarde. Para casos moderados e graves, a primeira opção de tratamento é a exposição à luz ultravioleta, em cabines, sob supervisão médica (fototerapia). Caso o paciente não melhore com essa estratégia, recorre-se a medicamentos de ação sistêmica. Se não der certo, entram em cena os biológicos, feitos a partir de células vivas cultivadas em laboratório. Esses fármacos imunossupressores agem sobre as moléculas inflamatórias envolvidas na doença ou mesmo sobre proteínas que desencadeiam os sintomas.  É possível prevenir a doença? A psoríase não pode ser prevenida, mas, para quem já é portador, mitigar os fatores externos que levam ao surgimento das lesões contribui para evitar as crises. Recomenda-se ficar longe do cigarro e das bebidas alcoólicas, manter o peso, controlar o estresse e o estado emocional, fazer atividade física, hidratar a pele e se expor ao sol antes nos horários de menor incidência dos raios ultravioleta. O acompanhamento periódico com o dermatologista é fundamental, mesmo na ausência de lesões. Marque aqui sua consulta. 

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13/09/2021
Bem-estar

Tempo de controlar o Estresse

 A atual conjuntura sanitária, econômica e social do nosso país tem contribuído para uma vida ainda mais estressante. Saiba como contra-atacar a tensão e se manter saudável nesse caos.    Tempo de controlar o Estresse Responda rápido: a pandemia deixou você mais estressado? Considerando a dificuldade de conciliar vida profissional e pessoal das pessoas que trabalharam e ainda trabalham em sistema de home office, a árdua luta para salvar a vida dos acometidos pela Covid-19 entre os profissionais de saúde e as dificuldades imensas vividas pelos mais de 14,7 milhões de brasileiros que estão desempregados, a probabilidade de a resposta a essa pergunta ter sido afirmativa é grande.  Mesmo com o ritmo da vacinação se acelerando, vale assinalar, ainda estamos vivendo em um país com mais de 700 vidas perdidas diariamente para a Covid-19, mais de 17 meses após o início da pandemia no Brasil. Como se não bastasse, a variante delta do vírus, que faz subir o número de infectados mesmo nos continentes que já tinham o problema como vencido, está circulando em nosso território e sinaliza como distante o dia em que poderemos finalmente colocar um epílogo nessa história.   Com tantas variáveis diferentes, o estresse, que serve para o corpo se preparar para uma adversidade, ficou crônico para muita gente, que, assim, tem convivido com níveis elevados de cortisol, o chamado hormônio do estresse, dia após dia. Isso tem um preço para o organismo, já que, em volume sempre elevado, essa substância patrocina altas concentrações de glicose no sangue, subida da pressão arterial, aumento do apetite, com consequente ganho de peso e todas as complicações que o excesso de gordura corporal implica, e queda da imunidade, entre outras condições clínicas importantes. Para não sofrer com a tensão do momento, infelizmente não existe botão de liga e desliga. Ao contrário: é preciso investir cotidianamente em atitudes que aumentem o bem-estar e criem uma certa blindagem contra as contrariedades da rotina e o atual contexto de incertezas e reveses. A DaVita selecionou algumas dicas para ajudar você nesse sentido. Confira e comece agora a combater o estresse!   Medidas antiestresse  - Organize-se. Se estiver em home office, estabeleça horário para começar e parar de trabalhar, procure planejar antes o almoço e o jantar – se for responsável por essa tarefa – e reserve tempo para o convívio em família e o lazer. Caso bata cartão presencialmente, o planejamento também vale para sair mais cedo de casa e evitar trânsito, assim como o respeito rigoroso aos horários do expediente.   - Converse com seus gestores sobre metas, expectativas, prazos e limites de atuação. Desdobrar-se uma vez ou outra para entregar um serviço de última hora é colaboração. Se isso vira rotina, algo está errado nos processos e quem pode pagar a conta é sua saúde.   - Reserve alguns minutos para a meditação, que pode preparar você para lidar melhor com situações estressantes. Há vários aplicativos para aprender a dominar essa técnica, que baixa o hormônio do estresse, a pressão arterial e a frequência cardíaca.    - Pratique atividade aeróbica três vezes por semana, por cerca de 30 minutos. A regularidade do exercício promove a remoção da glicose da circulação, melhora a qualidade do sono e aumenta o metabolismo. A corrida, em particular, produz endorfinas, neurotransmissores que conferem sensação de bem-estar. Se nada disso for viável, sobretudo em tempos de Covid-19, ande em casa. Um contador de passos pode ser útil para mostrar sua evolução.   - Ouça música ao longo do dia, desde que, evidentemente, a natureza de suas atividades o permita. Escutar suas canções preferidas funciona como um potente redutor do estresse, seja porque exercem um efeito relaxante, no caso das lentas, seja porque levantam o ânimo, no caso das mais animadas.   - Tenha um ou mais hobbies. Cozinhe, colecione objetos, cultive uma mini-horta, desenhe, pinte ou borde... Vale o que sua imaginação mandar. No momento em que estiver ocupado com sua atividade predileta, você se desligará dos problemas e receios da vida cotidiana.   - Tome menos café e outras bebidas com cafeína, já que essa substância faz aumentar os níveis de cortisol no organismo. Chás de ervas, a exemplo de camomila, erva-cidreira, erva-doce e hortelã, são bons substitutos. Aposte neles!   - Inclua no cardápio peixes como salmão, sardinha, arenque, anchova e truta, ricos em ômega-3, uma gordura boa que também contribui com a saúde cardiovascular. Invista ainda em fontes de vitamina C, como frutas cítricas e vegetais alaranjados, que dão uma ajuda à imunidade, e em alimentos fermentados, caso do iogurte e da kombucha, que colaboram para diminuir as concentrações do hormônio do estresse.   - Tenha cuidado com dietas restritivas e pouco calóricas, que causam irritabilidade e potencializam a tensão para lidar com os perrengues cotidianos. Não passe mais de três horas em jejum, sempre ingerindo lanches saudáveis entre as refeições principais. Se deseja emagrecer, consulte um endocrinologista e um profissional de nutrição para perder peso sem comprometer a saúde nem elevar o estresse.   - Procure ter disciplina e respeite as horas que seu corpo e sua mente precisam para recarregar as baterias. Uma noite mal dormida, afinal, fatalmente patrocina um dia seguinte estressante. Se tiver dificuldade para dormir, crie uma rotina antes de se deitar, preparando o ambiente para o descanso, e evite distrações – celular, tevê... Se não funcionar, vale conversar com um médico especializado em distúrbios do sono.   - É verdade que a pandemia tornou bem difícil a programação de férias em um local agradável, realmente desestressante, em contato com a natureza. Na falta disso, organize-se para caminhar em áreas arborizadas ou na praia vazia, quando tiver oportunidade, de forma leve e despreocupada. Fuja dos horários de pico, que não só favorecem a contaminação pelo novo coronavírus, como também jogam por terra seu intuito de relaxar.    - Não se acostume com o isolamento social, o que, por si só, constitui fator de tensão. Ainda é complicado reunir um grande número de pessoas num ambiente interno. No entanto, ao ar livre, seguindo as medidas de distanciamento e usando máscara, já é possível começar a se reencontrar com amigos e parentes para colocar os últimos acontecimentos em dia.  Se, mesmo após tentar essas dicas, você ainda se sentir muito estressado no dia a dia, procure auxílio profissional. Um médico de família pode orientar os primeiros passos rumo a mais qualidade de vida e bem-estar. Marque sua consulta com a equipe de Medicina de Família e Comunidade da DaVita. 

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09/09/2021
Bem-estar

Precisamos falar sobre Suicídio

Na maioria das pessoas que decidem tirar a própria vida, existe um problema psiquiátrico de fundo, que pode ser tratado e acompanhado para evitar esse desfecho tão triste.    Precisamos falar sobre Suicídio De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), todos os anos há mais mortes por suicídio do que por doenças extremamente prevalentes, tais como câncer, complicações de HIV/aids e malária, e até mais do que as causadas por guerras e homicídios. Em 2019, último levantamento divulgado pela OMS, 700 mil óbitos foram provocados ao redor do mundo, especialmente em homens. Embora tenham caído globalmente no período de 2010 a 2019, nas Américas as taxas de suicídio cresceram 17% nesse intervalo. No Brasil, o Ministério da Saúde estima que 12 mil pessoas tirem a vida todos os anos, ou seja, um episódio a cada 46 minutos, que envolve principalmente crianças, adolescentes e adultos jovens, entre 10 e 29 anos. Em São Paulo, desde 2011 o número de casos passa dos 2 mil casos anuais. Em 2019, 2.365 pessoas morreram dessa forma no Estado. É um dado estarrecedor. Em mais de 90% dos envolvidos, existe uma doença psiquiátrica por trás dessa decisão extremada, sobretudo entre os de menor idade, com destaque para depressão, transtorno de bipolaridade e abuso de drogas, além de vários fatores de risco (veja boxe). A boa notícia é que também em nove de cada dez pessoas com tendências suicidas o desfecho pode ser evitado.  Identificar e tratar Em primeiro lugar, evidentemente, é necessário identificar o comportamento/ideação suicida e, nesse aspecto, família e amigos têm grande relevância. Pessoas em risco transmitem a ideia de que a vida não vale a pena, seja afirmando com todas as letras que preferem morrer, seja exibindo extrema desesperança, seja adotando atitudes inconsequentes e perigosas, entre outros sinais. Não, elas não estão querendo chamar a atenção nessas situações – precisam realmente de ajuda. No meio desse poço sem fundo, é possível que apareçam repentinamente alegres depois de meses se arrastando. Alerta máximo: podem já ter decidido tomar a saída mais triste do mundo. Uma medida de emergência é oferecer os ouvidos ou, ainda melhor, o apoio bastante eficiente do Centro de Valorização da Vida, o CVV, no telefone 188, serviço que conta com pessoas treinadas para escutar os problemas do interlocutor com respeito, sem julgamento e de forma sigilosa, levando-o a perceber que há esperança. A providência seguinte é procurar um profissional especializado para uma intervenção terapêutica imediata, sempre tendo em mente que a pessoa com essa ideação não deve ter à mão meios de subtrair a vida – medicamentos, armas e venenos – nem ficar sozinha diante de janelas ou espaços de grande altitude sem grades de proteção. Políticas de prevenção Preocupada com o avanço dessa epidemia trágica e silenciosa, ainda mais em tempos de pandemia de Covid-19, quando os fatores de risco para esses casos aumentaram – desemprego, perda de pessoas queridas para a infecção pelo novo coronavírus, isolamento social e dificuldades econômicas –, a OMS está orientando os países a intensificar os esforços para prevenir o suicídio – hoje, apenas 38 nações trabalham nesse sentido. Um dos caminhos que a entidade lançou para conquistar esse objetivo é a abordagem Live life, que inclui estratégias como limitar o acesso a métodos usados para tirar a vida, como armas de fogo e pesticidas, educar a mídia para a promoção de coberturas responsáveis de suicídio, sobretudo de personalidades, desenvolver habilidades socioemocionais nos adolescentes e, para pessoas já acometidas por comportamentos suicidas, ações de identificação precoce, avaliação, gestão e acompanhamento. Por sua vez, a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), que lançou recentemente uma diretriz sobre o tema, sustenta que, em relação aos jovens, a família e a sociedade devem se pautar pelos fatores que os protegem dessa atitude derradeira, o que inclui uma conexão saudável com a escola, boas horas de sono para garantir o adequado funcionamento dos neurônios, resiliência para encarar melhor as adversidades da vida e alguma espiritualidade para que o dia a dia tenha um sentido maior. Além disso, a ABP defende que se faça um trabalho de posvenção sobre os núcleos em volta de um caso de suicídio, já que, segundo estimativas dos especialistas, cada episódio impacta fortemente pelo menos seis pessoas. Quem convive com alguém que escolheu essa via necessita de apoio para não ficar também sob risco – e o apoio pode ser profissional e vir também de familiares, de amigos e de grupos na escola ou trabalho. Não é deixando de falar sobre o assunto que o evitamos. Enfim, essa preocupação não pode ser adiada ou deixada de lado. Se você vive com alguém que tem ideações suicidas ou acha que esse risco pode residir em seu íntimo, procure ajuda. A DaVita tem um equipe de psiquiatras e psicólogos bastante preparados para a abordagem desses casos. Marque aqui sua consulta.   Boxe Fique atento aos fatores de risco - Tentativa anterior de suicídio - Mau relacionamento familiar - Transtornos de humor, como depressão e bipolaridade - Violência na comunidade - Abuso de drogas (lícitas e ilícitas) - Histórico de suicídio entre familiares e pessoas próximas - Transtornos de imagem corporal - Histórico de maus-tratos na infância - Automutilação - Dores crônicas e intensas - Obesidade - Sono curto e não reparador - Estresse pós-traumático - Doenças psiquiátricas, como esquizofrenia

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