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01/07/2020
Prevenção

PÍLULAS DE INFORMAÇÃO SOBRE A COVID-19

24. Grávida em meio à pandemia. E agora? De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), ainda não existem evidências de que as gestantes apresentem maior probabilidade de ter graves complicações pela Covid-19 do que a população em geral. Contudo, dadas as alterações que ocorrem no organismo feminino nessa fase, tanto hormonais quanto imunológicas, os especialistas entendem que as grávidas fazem parte do grupo de risco para complicações em caso de infecção pelo novo coronavírus. A fase mais complicada parece ser justamente o último trimestre gestacional, assim como o puerpério, período que se segue ao nascimento do bebê.  Também existem poucas informações sobre a possibilidade de o coronavírus ser transmitido ao bebê pela gestante contaminada de forma vertical, ou seja, pela placenta, na hora do parto ou pela amamentação, como ocorre, por exemplo, com o vírus HIV. A princípio, o agente infeccioso não foi encontrado no líquido amniótico nem no leite materno, tampouco no cordão umbilical e na nasofaringe de recém-nascidos de mães contaminadas. Entretanto, diversos estudos vêm sendo feitos ao redor do mundo a fim de fornecer respostas definitivas, inclusive no Brasil. Um deles é conduzido no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, onde os pesquisadores esperam envolver 145 grávidas com sintomas da Covid-19. Vale salientar que a infecção pelo SARS-CoV-2 também não determina como vai ser o parto. A indicação da cesárea depende sempre do estado da grávida, da idade gestacional e da vitalidade do bebê – e, mesmo nesses casos, deve ser discutida entre obstetra e paciente diante dos riscos. De qualquer forma, gestantes infectadas devem buscar hospitais de referência para o parto, já acostumados com o manejo de grávidas com Covid-19, sempre conforme orientação do médico que as acompanha.  Para as não infectadas, mas com receio de ir para a maternidade e se contaminar, a Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia insiste em que o ambiente hospitalar ainda é o que oferece os menores riscos para a mãe e o bebê, não só em relação à infecção pelo novo coronavírus, porém igualmente a cuidados maternofetais vitais no momento do parto. Portanto, nada de pensar em dar à luz em casa. Hospitais e maternidades seguem normas rígidas de segurança e controle de infecções, reduzindo o risco de transmissão de quaisquer doenças infectocontagiosas, incluindo a Covid-19. A mãe diagnosticada com a doença, em boas condições clínicas, tem sido orientada a amamentar, evidentemente tomando todas as precauções necessárias para não contaminar o bebê, ou seja, com máscara cirúrgica e lavagem de mãos entre as mamadas ou, ainda, ordenhando o leite para que outra pessoa o dê ao recém-nascido em um copinho – de modo que o bebê consiga pegar o peito materno facilmente após a quarentena. Contudo, os cuidados com a criança nessa fase, como banho e trocas, devem ficar a cargo de alguém que não esteja contaminado com a Covid-19, até que a mãe não seja mais capaz de transmitir o vírus. Mulheres contaminadas que deram à luz em situações mais críticas, no entanto, podem não ser orientadas a amamentar inicialmente. Até que haja novas informações sobre o assunto, os especialistas têm preferido poupar a puérpera em casos mais graves, já que o aleitamento consome grande energia materna.  Não adie consultas e exames de pré-natal devido à Covid-19 As gestantes devem manter o isolamento social, mas não podem deixar de fazer as consultas com o obstetra e, sobretudo, os exames de acompanhamento no pré-natal, que, afinal, são essenciais para a saúde maternofetal. A visita ao consultório ou ao serviço de diagnóstico requer os mesmos cuidados que qualquer pessoa tem de tomar ao sair de casa nesta pandemia: usar máscara, higienizar as mãos e braços ao encostar em qualquer superfície potencialmente contaminada, não tocar o rosto e manter a distância de 1,5 a 2 metros de outros indivíduos. Uma vez em casa, recomenda-se banho e troca de toda a roupa e calçados usados fora. De comum acordo com o médico, é possível que algumas consultas possam ser realizadas por videochamada, já que o Conselho Federal de Medicina autorizou o uso da telemedicina no atual momento. 

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30/06/2020
Prevenção

PÍLULAS DE INFORMAÇÃO SOBRE A COVID-19

21. Pouca idade não blinda pacientes de complicações da infecção A ideia de que a Covid-19 é uma doença que evolui mais nos idosos e ocorre de forma mais branda nos jovens podia valer para a Europa, mas deixa a desejar por aqui. Está certo que a taxa de mortalidade continua alta após os 60 anos, mas o número de vítimas antes dessa faixa etária só vem se elevando no Brasil. Em São Paulo, onde a infecção pelo novo coronavírus avança nas periferias, entre 11 de abril e 11 de maio, o crescimento das mortes de crianças, jovens e adultos com menos de 60 anos foi de impressionantes 1.000%, segundo dados da Secretaria de Saúde do Estado. Os especialistas alertam que não têm apenas pacientes idosos e de grupos de risco na UTI, mas pessoas de 30 a 40 anos, sem nenhuma outra doença, que, antes de serem atingidas pelo vírus, levavam um estilo de vida saudável.  Diante disso, não dá para relaxar no distanciamento social. Você pode se sentir com saúde, fazer exercícios, manter uma dieta saudável e dormir bem, mas, se entrar em contato com o vírus, tem um grande risco de se infectar. Evidentemente, existe a possibilidade de a Covid-19 ser leve e até assintomática nos mais jovens, mas ainda não é possível prever quem vai sair ileso ou quem vai progredir para complicações. Na Coreia do Sul, país elogiado por sua eficiência na contenção do SARS-CoV-2, a reabertura de bares e boates causou um estrago na capital, Seul. Após uma pessoa infectada ter ido a cinco baladas diferentes em dois dias, mais de cem outras testaram positivo para o vírus, metade delas na faixa dos 20 aos 30 anos. Para não ir tão longe, depois que Blumenau (SC) abriu as portas de shoppings, recentemente, a cidade viu o número de casos subir nada menos que 173%. Não se arrisque nem aumente o risco de quem vive com você. #FiqueEmCasa

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29/06/2020
Prevenção

PÍLULAS DE INFORMAÇÃO CONTRA A COVID-19

20. Não tome medicamentos por sua conta para se prevenir do novo coronavírus De acordo com o Conselho Federal de Farmácia (CFF), oito em cada dez brasileiros fazem uso de medicamentos sem orientação médica. Em tempos de pandemia, esse mau hábito teve um grande salto. No primeiro trimestre de 2020, as vendas de alguns fármacos cresceram de forma substancial em relação ao mesmo período de 2019. Os campeões foram a vitamina C, com um aumento de 180%, seguida pela hidroxicloroquina, que tem sido testada contra a Covid-19, com 68%, e pela vitamina D, com 35,5%. Logo que os testes com a hidroxicloroquina foram anunciados em pacientes graves, a medicação, empregada para tratar a malária e doenças reumáticas autoimunes, começou a faltar para os pacientes que realmente necessitam dela. Assim, passou a ter sua venda controlada – com retenção da receita. Mesmo porque precisa ser administrada com muita cautela, sob estrita supervisão médica, já que pode causar efeitos adversos graves ao coração, ao fígado e aos olhos. Quanto às vitaminas, apesar de parecerem inofensivas, trazem risco de desenvolvimento de problemas de saúde, quando tomadas sem necessidade. Afinal, já temos algum estoque no organismo, que vem da alimentação (vitamina C) e da incidência da luz do sol (vitamina D). Portanto, facilmente podemos passar da dose se ingerirmos cápsulas sem prescrição. Em excesso, a vitamina C pode provocar cálculos renais, que resultam em dores muito fortes e, muitas vezes, requerem tratamento com procedimentos hospitalares mais invasivos. Já a vitamina D é capaz de ocasionar o depósito de cálcio nos rins, com lesões permanentes nesse órgão. Assim, se o seu objetivo é se prevenir contra o coronavírus, o uso indiscriminado de vitaminas e outros medicamentos não é o caminho. Infelizmente, no momento, não há nenhum fármaco para impedir a infecção, a não ser a restrição de contato interpessoal e as medidas de higiene.  Para fortalecer seu sistema imunológico, é importante comer bem – dieta variada, rica em vegetais e frutas, leguminosas, gorduras boas, proteínas e laticínios magros e carboidratos integrais –, além de dormir um número de horas adequado e se manter ativo, mesmo dentro de casa.  E se eu tiver alguma queixa de saúde? Nem sempre você vai precisar se deslocar para procurar um médico. Se criar um vínculo com uma equipe de atenção integral à saúde, como a que existe na DaVita Serviços Médicos, formada por um médico de família, por um enfermeiro e outros especialistas, esses profissionais podem conhecer seu histórico de saúde e orientá-lo sobre como proceder em situações mais corriqueiras e diante de queixas mais complexas, indicando, por exemplo, quando deve procurar o Pronto Atendimento, quando deve permanecer em casa e  quando tomar um medicamento sintomático. Dessa forma, você só vai sair de casa se realmente precisar de uma intervenção ambulatorial – e nossos Pronto Atendimentos estão preparados para recebê-lo com toda a segurança neste período de pandemia – e utiliza apenas os medicamentos que, de fato, sejam indicados para seu caso, no entender médico.

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