Pronto-Atendimento

Caro paciente, o nosso Pronto-Atendimento já está disponível na Unidade São Judas, de segunda à sexta, das 7h às 13h. Clique aqui para saber mais.

Estamos a seu lado durante toda sua jornada de saúde.

CONSULTAS E SERVIÇOS

Oferecemos diversas especialidades de saúde em um só lugar.


UNIDADES

Encontre a unidade DaVita mais próxima de você. Nossa rede conta atualmente com 15 unidades na Grande SP.

EXAMES

Nas unidades DaVita você tem à sua disposição coleta de exames laboratoriais e exames de imagem.

Pronto Atendimento

O Pronto Atendimento está disponível em diversas unidades DaVita Serviços Médicos.
Saiba mais e descubra qual é a mais próxima e seu horário de funcionamento.

Saiba mais

Somos DaVita

A DaVita Serviços Médicos propõe um modelo inovador no atendimento e prestação de serviços em saúde. Oferecemos serviços integrados e coordenados. Esse é o nosso jeito especial de cuidar de você.

Saiba mais

DaVita Saúde

Acompanhe o nosso Espaço DaVita Saúde e fique por dentro das informações e curiosidades,
além de dicas de prevenção sobre a sua saúde.

13/11/2019
Prevenção

Diabetes: Prevenir é o Melhor Remédio

Vivemos atualmente uma epidemia global de diabetes, doença crônica que ocorre quando o pâncreas não fabrica insulina suficiente ou quando o organismo não consegue usar adequadamente esse hormônio, cuja função é colocar a energia – leia-se glicose – proveniente dos alimentos dentro das células. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o contingente de diabéticos no planeta saltou de 108 milhões, em 1980, para 422 milhões, em 2014.   O Brasil acompanha o ritmo mundial e registrou, nos últimos dez anos, um crescimento do número de casos da ordem de 61,8%, de acordo com o Ministério da Saúde. Com isso, hoje a doença atinge 8,9% dos brasileiros, o equivalente a cerca de 18,5 milhões de pessoas, com base na projeção atual do tamanho da população do País, calculada em 208,9 milhões de habitantes pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Não por acaso o Brasil figura como o quarto colocado entre os países que mais têm portadores da doença, só atrás de China, Índia e Estados Unidos.   Esses números trazem um grande impacto para a saúde pública porque a diabetes é uma afecção que lesa os vasos sanguíneos e, ao longo do tempo, provoca importantes complicações micro e macrovasculares, como doença renal crônica, retinopatia diabética e neuropatia diabética, com risco de amputações, no primeiro caso, e acidente vascular cerebral, infarto do miocárdio e doença arterial periférica, no segundo. A OMS estimou em 1,6 milhão o número de mortes em 2015 por conta dessas complicações.   A obesidade explica  Embora haja vários tipos da doença, o diabetes tipo 2 é o mais comum e o que mais responde pelo avanço no número de casos, uma vez que está intimamente relacionado com sedentarismo, com alimentação rica em açúcar e gorduras saturadas e com obesidade, outra epidemia em curso – só no Brasil, vale lembrar, 18,9% da população está obesa e 54% dos brasileiros têm sobrepeso, segundo dados da pesquisa Vigitel, do Ministério da Saúde.  Por ação de substâncias produzidas pelas células de gordura, a insulina não consegue exercer o mesmo efeito no corpo, fenômeno que é conhecido como resistência insulínica. Isso pode levar ao pré-diabetes, que, sem tratamento, tem possibilidade de evoluir para o diabetes propriamente dito. Em paralelo, pode acontecer também de o pâncreas não conseguir fabricar quantidade suficiente do hormônio para dar conta de tanta demanda. Embora o panorama seja crítico, os especialistas concordam em que esse cenário pode ser revertido com medidas comportamentais. A mudança de hábitos ajuda a manter a taxa de glicose dentro dos índices considerados normais e reduz o risco de desenvolver a doença, mesmo em grupos mais suscetíveis (boxe/link). Converse com seu médico.   Fique a salvo do diabetes - Alimente-se de forma equilibrada, enriquecendo a dieta com hortaliças, frutas e verduras e reduzindo o consumo de carboidratos e gorduras saturadas.  - Controle o peso. A obesidade é um dos principais fatores de risco para o diabetes. - Vá ao médico periodicamente e faça os exames preventivos que ele solicitar. - Exercite-se de forma regular, no mínimo meia hora por dia. Uma caminhada já funciona. - Não fume. Há associação do tabagismo com o desenvolvimento de diabetes. - Não beba com frequência. Entre outros efeitos nocivos já conhecidos, o álcool favorece a obesidade. - Durma bem. A falta de sono atrapalha o aproveitamento da insulina pelo organismo.

Saiba Mais
12/11/2019
Prevenção

Automedicação e disfunção erétil: problemas à vista

Ainda no século passado, em 1998, a indústria farmacêutica apresentava ao mundo o citrato de sildenafila, ou sildenafil, para disfunção erétil, que é a incapacidade de ter ou manter uma ereção suficiente para a atividade sexual. O remédio, famoso como o “comprimido azul”, antes usado no manejo de doenças cardíacas, permitiu que muitos homens na maturidade voltassem a se relacionar sexualmente e pôs em pauta um assunto sobre o qual não se falava abertamente.  Na esteira do sildenafil ainda vieram outros fármacos da mesma classe, que funcionam de modo parecido, dilatando os vasos sanguíneos existentes dentro do pênis e aumentando o fluxo de sangue nos corpos cavernosos para facilitar a ereção.  Passados 20 anos, no entanto, o sucesso do tratamento vem trazendo algumas preocupações para os médicos. Apesar de a novidade ter aproximado o homem do consultório do urologista, hoje 62% dos indivíduos do sexo masculino compram esses remédios sem prescrição, segundo pesquisa da Sociedade Brasileira de Urologia.  Os perigos da automedicação A automedicação é uma prática condenada pela comunidade médica por oferecer vários riscos e atrasar, ou até mesmo impedir, o correto diagnóstico de uma queixa. Com a disfunção erétil não é diferente. Ela pode ser originada por múltiplos fatores, entre os quais distúrbios circulatórios, desequilíbrio hormonal, doenças crônicas como diabetes e alterações neurológicas, sem falar nos aspectos emocionais. O urologista, portanto, precisa investigar e identificar a causa para poder tratá-la e, dependendo da necessidade – que pode nem existir –, prescrever algum medicamento, desde que não haja contraindicações. Outra preocupação está no uso sem prescrição de vários medicamentos ao mesmo tempo. Os remédios da família do sildenafil não podem ser misturados com medicações à base de nitratos – usadas para algumas doenças cardíacas –, já que essa combinação provoca uma queda da pressão arterial muito acentuada. Como o leigo, muitas vezes, desconhece os componentes dos fármacos que utiliza, a prescrição de um eventual medicamento para disfunção erétil deve vir invariavelmente de um médico que conheça o histórico completo do paciente – doenças pregressas e atuais, antecedentes familiares, tratamentos realizados, etc.  Os riscos do uso recreativo de remédios para disfunção erétil Com a popularização do sildenafil, há também homens saudáveis que, embora não tenham problema algum, usam esses remédios de forma recreativa, seja por curiosidade, seja por medo de falhar no ato sexual. Os médicos observam que especialmente os mais jovens têm aderido a essa prática, que, além não trazer benefícios extras à relação, não está isenta de efeitos indesejáveis, entre eles dor de cabeça, rubor na face, congestão nasal, zumbido, palpitações cardíacas e alterações visuais, para citar os mais relatados.  Especialistas em comportamento ainda alertam para o risco de dependência psicológica desses medicamentos em tais circunstâncias, sobretudo entre os rapazes mais novos, que podem passar a atribuir a qualidade de suas relações ao remédio e deixar de acreditar que são capazes de manter a ereção sem esse apoio químico justamente quando estão no ápice de seu vigor sexual, obrigando-se ao uso contínuo de um fármaco que, de outra forma, seria totalmente dispensável.  Mas dá para evitar tudo isso com uma boa conversa com o urologista. Aproveite o Novembro Azul, mês da saúde masculina, e marque uma consulta.

Saiba Mais
04/11/2019
Prevenção

Vamos abaixar o som? Cuidados com a audição

O advento dos tocadores digitais de música, no início deste século, seguido do lançamento de smartphones cada vez mais completos nos dias atuais, colocou o fone de ouvido definitivamente no cotidiano das pessoas, de crianças inclusive. Hoje, onde quer que estejamos tem sempre alguém desligado do ambiente e mergulhado em um entretenimento nada silencioso, que inclui música, é verdade, mas também jogos, séries, vídeos, filmes e todo tipo de informação audiovisual. Diante dessa febre, os especialistas em audição estão preocupados com o volume do som desses aparelhos. Segundo a Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cervicofacial, estudos indicam que uma pessoa que fica exposta 40 anos a um som de 90 decibéis (dB) tem 25% de chance de sofrer perda auditiva. Uma vez que a potência máxima dos aparelhos disponíveis no mercado varia de 90 a 120 dB, uma parte dos jovens que atualmente mantêm o fone de ouvido no volume máximo todos os dias, por muitas horas seguidas, corre o risco de chegar à meia-idade com alguma dificuldade para escutar.  Na prática, o tempo de uso do fone e a intensidade do som determinam o limite de tolerância ao ruído, após o qual há risco de lesar as células auditivas precoce e irreversivelmente. Enquanto um ruído de 85 dB, equivalente ao de uma avenida movimentada, pode ser tolerado por até oito horas, um de 115 dB, correspondente ao estrondo dos fogos de artifício, pode ser suportado por apenas sete minutos. Se o smartphone for muito potente, deixar o som do fone no volume máximo é quase o mesmo que ter uma comemoração de réveillon bem perto do tímpano.  É fácil de prevenir a perda de audição Apesar do risco, a perda auditiva por ruído é a mais simples de evitar porque só depende de proteção adequada e bom senso. Quem trabalha na rua, com britadeiras, ou na indústria usa equipamentos de proteção individual. Músicos também utilizam protetores auditivos que selecionam os sons. O fato é que é perfeitamente possível passar o dia com o fone de forma segura para a audição. A regra se resume a abaixar o volume do aparelho e fazer intervalos. Por outro lado, quanto mais alto estiver o som, menos tempo deve-se ficar com o acessório, entre outras dicas dos especialistas que você confere a seguir. Se você usa fone cotidianamente, procure um otorrinolaringologista para saber como anda sua saúde auditiva.    Faça bom uso do fone de ouvido Prefira aparelhos com limitadores de som, que avisam quando o volume está muito alto e insalubre. Na dúvida, mantenha o volume de seu smartphone em 60% da potência, um ponto seguro. Não aumente o volume quando estiver em locais barulhentos, como o metrô, que alcança 110 db. Nessa situação, você pode chegar facilmente à potência máxima do aparelho. Use fones externos, em formato de concha, uma vez que os posicionados no interior do ouvido não só impedem a saída natural da cera, como também permitem que o som chegue mais rápido ao tímpano. Caso tenha adolescentes em casa, monitore o volume do som. Se der para escutar o ruído dos fones que eles utilizam a um metro de distância, é sinal de que o volume está nocivo.

Saiba Mais