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13/04/2021

Asperger: entenda o mundo de quem possui essa síndrome

Forma branda do autismo, a síndrome de Asperger apresenta prognóstico favorável, desde que a criança seja estimulada a desenvolver suas competências precocemente. Também conhecida como autismo de alto desempenho, a síndrome de Asperger faz parte do chamado transtorno do espectro autista , um grupo de condições que afetam o neurodesenvolvimento e se caracterizam por dificuldade de comunicação e socialização, uso da imaginação para jogos simbólicos e padrão de comportamento restritivo e repetitivo. Na prática, corresponde a uma forma mais branda do autismo clássico , tanto em relação à intensidade das manifestações quanto à gravidade. O nome da síndrome vem do pediatra austríaco, Hans Asperger, o primeiro a registrar observações, feitas em 1944, sobre a forma peculiar de essas crianças se comportarem, sem ainda encontrar uma causa para justificá-la. Hoje, no entanto, pesquisadores acreditam que haja alguma anormalidade no funcionamento do cérebro dos indivíduos com a síndrome, gerada por deficiências genéticas, combinadas a fatores ambientais. Além disso, também acreditam que distúrbios psiquiátricos e neurológicos, como epilepsia, depressão, transtorno do déficit de atenção e hiperatividade estejam igualmente associados. De acordo com os especialistas, diferentemente de outros autistas, pessoas com Asperger não têm comprometimento grave de sua cognição , exibindo inteligência média ou acima da média, e não possuem deficiência total de competências linguísticas. Por isso, exibem menos problemas para falar – algumas até se expressam muito bem, de forma rebuscada –, embora precisem de auxílio para entender e processar a linguagem. Podem ainda conquistar um bom grau de independência e levar uma vida bem funcional, mesmo com dificuldade para interagir socialmente. Equipe Multidisciplinar Reconhecer que uma criança carrega características de um transtorno do espectro autista leve parece uma tarefa desafiante, porque esses sinais são subjetivos, sobretudo nas idades mais jovens. O fato é que a correta identificação do quadro depende inicialmente da observação atenta dos pais e do olhar clínico do pediatra . Ainda assim, o diagnóstico exige a participação de uma equipe multidisciplinar, que também deve incluir fonoaudiólogo, psiquiatra, psicólogo e neurologista. Apesar de a síndrome de Asperger não ser uma doença, é fundamental diagnosticá-la quanto antes para ajudar a criança a desenvolver suas competências sociais ao máximo, o que requer sessões de psicoterapia e o estabelecimento de um plano de cuidados traçado pelo terapeuta, para que familiares e amigos reforcem, no dia a dia, as estratégias abordadasno consultório. Vale assinalar que o apoio e a transparência da família nesse processo configuram uma estratégia vital para que a criança se sinta sempre acolhida e amada, aprendendo desde cedo a valorizar seus pontos fortes e entender que diferenças não são fraquezas. Sinais que ajudam a reconhecer uma criança com Asperger Rotinas ou rituais repetitivos; Interesses muito específicos e incomuns; Sensibilidade a ruídos, odores, gostos ou informações visuais; Peculiaridades na linguagem, tais como falar de forma excessivamente formal ou monótona; Comportamento social e emocional inadequados; Incapacidade de interagir de forma bem-sucedida com os outros; Dificuldade com a comunicação não verbal, incluindo uso restrito de gesticulações, expressões faciais limitadas e olhar fixo característico; Dificuldade em compreender ironias; Movimentos motores descoordenados e falta de jeito; Desorganização e dificuldade para finalizar tarefas. Mitos sobre os Aspergers Em torno da definição das características de quem tem a síndrome de Asperger, algumas afirmações não correspondem à realidade . Confira quais são elas: Não têm empatia Alguns, na verdade, são empáticos em excesso e sofrem emocionalmente por isso. Outros, entretanto, têm dificuldade em demonstrá-la. São gênios Apesar de haver pessoas com Asperger brilhantes em suas áreas de atuação, como o jogador de futebol argentino Lionel Messi , quem recebeu o diagnóstico da síndrome não, necessariamente, apresenta uma inteligência incomum. São bons em ciências exatas São bons em suas áreas de interesse, sejam ciências exatas, sejam disciplinas de humanidades, sejam artes. São assexuais A sexualidade segue a mesma proporção da que ocorre na população geral . Ou seja, há pessoas com Asperger heterossexuais, bissexuais e homossexuais, assim como assexuais.

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13/04/2021

Fibromialgia: entenda o que é, quais são os sintomas e tratamentos

Marcada por dor crônica generalizada, fadiga e alterações no sono, a fibromialgia deve ser diagnosticada e tratada corretamente para devolver aos pacientes sua qualidade de vida. E tudo dói na fibromialgia Dores pelo corpo, a ponto de temer um abraço. É o que acontece com quem sofre de fibromialgia, uma condição caracterizada por dor crônica em vários pontos do corpo . De acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia , essa condição afeta cerca de 5% da população brasileira, sendo a maioria do sexo feminino, entre 30 e 55 anos. Frequentemente, o portador da doença tem dificuldade de definir se a dor começou de forma localizada e depois se ampliou ou se sempre atingiu o corpo todo desde o início do quadro. Outros sintomas importantes incluem a fadiga, especialmente no fim do dia com dificuldade para completar tarefas rotineiras, bem como alterações na qualidade do sono – ainda que o indivíduo durma por muitas horas, não se sente descansado ao acordar. Oscilações de humor e mesmo diagnóstico atual ou episódios anteriores de depressão e outras doenças que acarretam sofrimento psicológico estão presentes em até metade dos pacientes com fibromialgia . Dor de cabeça, dor facial, falta de disposição e energia, sensibilidade para urinar e ritmo alterado de funcionamento do intestino acompanhado de cólicas são outros sintomas comuns. Estresses emocionais e sociais de diversos tipos acumulados durante a vida estão frequentemente associados a crises de piora dos sintomas . Como exemplo, a dificuldade travada em algumas relações de convivência dos pacientes, como o não reconhecimento da dor pelos outros. Pelo fato de a dor não ter nenhuma relação nem com lesões ou processos inflamatórios, como ocorre nas doenças reumáticas, anos atrás a fibromialgia era considerada uma queixa imaginária, da cabeça do indivíduo, já que não havia como justificá-la ou até mesmo demonstrá-la nos exames. No entanto, felizmente, hoje estudos demonstram que essas pessoas são mais sensíveis à dor do que outras . Em parte, isso se dá devido a uma ativação em seu sistema nervoso central , que as leva a perceberem qualquer estímulo no corpo com maior intensidade e até mesmo emoções fortes podem desencadear esse estímulo doloroso. Um esbarrão ou um abraço forte, por exemplo, mas também a perda de um ente querido ou uma frustração contínua no trabalho, podem em alguns pacientes ter o exato e real efeito de um impulso doloroso porque existe uma comunicação alterada entre o corpo e o cérebro. Somando-se à dor, esta constante condição de estresse físico e mental a que são submetidas também causa fadiga e alterações de sono e de humor. Gatilhos para a dor Mas o que explica o surgimento repentino do quadro ? Ninguém vai dormir numa noite e acorda no outro dia repentinamente com a queixa de dor generalizada. De fato, os sintomas vão surgindo, sorrateiros, primeiro num local, e logo se espalham, dando origem a uma situação quase insustentável, pois, nesses casos, os analgésicos convencionais não fazem efeito. De qualquer forma, os especialistas ponderam que a condição pode se instalar após a ocorrência de eventos relevantes na vida , como um trauma físico ou psicológico e até mesmo depois de uma infecção grave. Desequilíbrios hormonais, tensão e estresse servem igualmente como gatilhos. Até 18 pontos de dolorosos Com tantas variáveis em jogo, os especialistas se guiam para fazer o diagnóstico na história clínica e no exame físico dos pacientes. Normalmente, por meio da investigação de vigência da queixa de dor no corpo por mais de três meses e a presença de pontos dolorosos específicos na musculatura que foram determinados por consensos internacionais. É comum para o diagnóstico a presença de 11 ou mais pontos dolorosos, somando 18 no total, também conhecido como “ tender points ”. Os principais envolvem nuca, laterais do pescoço, musculatura entre o pescoço e o ombro, segunda costela, ombros, cotovelos, nádegas, quadris e joelhos. Durante a investigação do quadro, é provável que haja necessidade de fazer alguns exames de sangue com o intuito de afastar outros problemas que possam ter sintomas similares . Em especial, as doenças que cursam com dores articulares e fadiga, como a artrose, artrite reumatóide, espondiloartrites, lúpus e outras condições que podem justificar os sintomas ou mesmo se sobrepor ao diagnóstico de fibromialgia podem confundir as investigações médicas. Remédios e exercícios O tratamento disponível atualmente não cura a fibromialgia, mas promove o alívio dos sintomas e proporciona uma melhora importante da qualidade de vida, podendo levar até mesmo a longos períodos de bem-estar geral e vida saudável. Mas qual é o melhor tratamento para a doença ? No meio científico existem 3 pontos centrais para se atingir a melhor resposta ao tratamento e que podem variar em combinações para cada paciente. São eles: Medicamentos : analgésicos próprios para dor crônica, relaxantes musculares e/ou antidepressivos que também apresentem ações no alívio da dor. Cada paciente melhora com uma combinação singular prescrita pelo médico; Exercício físico: peça chave do tratamento, os exercícios devem ser contínuos, graduais e individualizados. Quando bem indicados, até pacientes com muita dor podem iniciar com exercícios leves e progredir respeitando seus limites. Caminhadas, musculação, hidroginástica, natação, ciclismo, corrida e ioga são exemplos de exercícios que levam a um bom resultado com melhora da dor, fadiga, sono e disposição, principalmente após 3 meses da prática; Terapias psicológicas e/ou meditativas: foram uma grande descoberta do tratamento nos últimos dez anos e são indicadas aos pacientes que apresentam sofrimentos emocionais de diferentes tipos, resistência ao tratamento global, centramento da vida em torno da dor (a dor tem o peso de uma catástrofe), sentimentos de descrença na melhora, ansiedade de outra natureza e também para pessoas que estão sobrecarregadas devido às exigências diversas da vida. Embora outras formas de terapias possam beneficiar alguns pacientes, as que apresentam os melhores resultados são as terapias psicológicas comportamentais e as técnicas de relaxamento e meditação do tipo “ mindfullness ” ou, em português, meditação da atenção plena. Segundo especialistas, os resultados podem ser frustrantes e passageiros se a estratégia for centrada apenas nos medicamentos, sem incluir o tratamento não medicamentoso. Não é normal sentir dor no corpo todos os dias, ainda que seja num só local. Se você tiver essa queixa, não caia na armadilha da automedicação. Procure um médico de sua confiança ou, se possível, consulte diretamente um reumatologista para poder fazer o tratamento mais adequado quanto antes.

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13/04/2021

Ultrassonografia morfológica

Feita atualmente no primeiro e segundo trimestre da gestação, a ultrassonografia morfológica avalia a formação e o desenvolvimento de todos os órgãos e membros do bebê. Esse tipo de ultrassom é utilizado para identificar malformações, doenças cardíacas e síndromes fetais, bem como condições que exijam um acompanhamento mais próximo da gestação pelo obstetra e até mesmo o uso de métodos diagnósticos complementares. No primeiro trimestre, o exame deve ser realizado entre 11 e 14 semanas gestacionais com o objetivo principal de avaliar o osso nasal e a translucência nucal – o líquido que fica na nuca do feto, visível apenas nesse período –, um parâmetro essencial para investigar alterações cromossômicas, em especial a síndrome de Down . Avalia também outros marcadores de doenças genéticas e já faz uma avaliação anatômica e funcional das principais estruturas do feto. Já no segundo trimestre, que precisa ser feito entre 20 e 24 semanas , o exame é mais abrangente, pois, com todas as estruturas fetais já formadas, o estudo consegue avaliar seu tamanho, posicionamento e funcionamento, entre outras características relevantes, como a vitalidade do bebê e o estado do cordão umbilical, da placenta e do colo uterino. Na oportunidade, o sexo fetal também pode ser revelado. No último trimestre, a ultrassonografia morfológica pode ser complementar ao anterior e visa verificar sobretudo o crescimento do bebê e o volume de líquido amniótico , tendo de ser realizada entre 34 e 37 semanas. Nessa fase, o estudo permite visualizar órgãos que não puderam ser bem avaliados anteriormente e ainda flagrar malformações que costumam surgir de forma mais tardia. Em todas as ocasiões, o exame é conduzido por um médico ultrassonografista, que desliza uma sonda na superfície do abdome e na região pélvica da gestante, com a ajuda de um gel transparente, e vai registrando, no monitor do aparelho, as medidas do feto e os demais dados que encontra nas imagens.

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