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21/10/2019
Prevenção

Osteoporose: causas, sintomas, prevenção

Responda rápido: você já pensou em sua saúde óssea? Pois deveria. A osteoporose, condição clínica que torna o esqueleto frágil e predisposto a fraturas bastante incapacitantes, afeta 200 milhões de pessoas ao redor do mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde, 10 milhões só no Brasil. Por fazer parte do processo natural de envelhecimento, num mundo que vem aumentando globalmente a expectativa de vida, tende a atingir cada vez mais pessoas. O sexo feminino é o mais acometido devido à queda brusca, na meia-idade, do hormônio estrógeno, que estimula a fixação de cálcio nos ossos. Segundo os especialistas, nos cinco anos subsequentes à menopausa, as mulheres sofrem uma perda óssea de 3% a cada ano. Os homens também experimentam esse processo, mas numa velocidade bem mais lenta. Até os 65 anos, estima-se que a queda de massa óssea masculina seja de 0,5% ao ano. Por volta dos 70 anos, a perda anual fica em 1% para ambos os sexos. Há também a osteoporose secundária, causada pelo uso crônico de determinados medicamentos, como corticoides e anticonvulsivantes, por diversas outras doenças, de distúrbios endócrinos (diabetes, disfunções da tireoide), passando por afecções reumáticas (artrite reumatoide, lúpus eritematoso sistêmico), até condições hematológicas (leucemias, linfomas), e também pelo tabagismo e pelo alcoolismo. Como ocorre a perda de massa óssea Qualquer que seja o desencadeante, a perda de osso provém do desequilíbrio entre o trabalho das células ósseas – osteoclastos e osteoblastos – que participam da renovação periódica do esqueleto na vida adulta.  Até os 20 anos, o processo de formação óssea predomina nas pessoas, sendo, em sua maior parte, dependente da genética e, em sua menor parte, da atividade física, da nutrição e do nível de desenvolvimento da puberdade. Após essa faixa etária, prevalece o processo de remodelação óssea, no qual os osteoclastos removem tecido ósseo antigo, abrindo cavidades, e reabsorvem os minerais, enquanto os osteoblastos preenchem tais espaços com osso novo. Tudo isso ocorre sob estímulo hormonal – incluindo a vitamina D, essencial para a absorção de cálcio – e também sob estímulo mecânico gerado pelo exercício físico. A partir da meia-idade, ou até antes, no caso da osteoporose secundária, esse trabalho tão simétrico começa a ficar descoordenado. Os osteoclastos, que degradam osso, trabalham mais rápido que os osteoblastos, que repõem esse tecido. A degeneração óssea, no entanto, não atinge igualmente a todos. Quem consumiu bastante cálcio na juventude forma uma boa reserva e consegue passar ao largo do déficit de produção de osso novo. Contudo, quem poupou pouco do mineral sofre mais as consequências na maturidade.  Sintomas em forma de fraturas A primeira etapa dessa degeneração é a osteopenia, que, sem nenhuma intervenção, evolui em silêncio para osteoporose até que haja uma fratura, que ocorre espontaneamente, diante de um esforço para tossir, por exemplo, ou devido a um trauma leve, geralmente queda. As lesões nas vértebras são as mais comuns em pessoas com a doença. Podem provocar dor crônica e deformidade, além de limitarem os movimentos e até interferirem na capacidade respiratória.  Outra fratura característica é a de fêmur, que representa a face mais grave da osteoporose, já que requer hospitalização para o tratamento cirúrgico da lesão e imobilização prolongada, com risco de complicações importantes, como trombose, tromboembolismo pulmonar e pneumonia, aumentando a taxa mortalidade pela doença – sem falar na dependência de terceiros para a realização de qualquer atividade da vida diária e na perda de produtividade.  Um estudo recente, publicado em março de 2019 no periódico científico Journal of Medical Economics, revelou que o custo da osteoporose no mundo por conta de hospitalização decorrente de fraturas osteoporóticas soma 19,8 bilhões de reais por ano, mais que o do infarto do miocárdio (16,7 bilhões de reais) e do acidente vascular cerebral (11,7 bilhões de reais). O Brasil, sozinho, gasta 1,2 milhão de reais com a doença, entre custos de saúde e previdenciários. Como diagnosticar a osteoporose antes da fratura Diante desse panorama, a osteoporose pode ser considerada mais uma ameaça fantasma na meia-idade, para as mulheres, e na maturidade, devendo ser adequadamente investigada antes que ocorra uma fratura. Para pesquisá-la, os médicos utilizam a densitometria óssea, um exame que mede a densidade do fêmur e da coluna e compara os resultados com os da média de massa óssea de uma população jovem do mesmo sexo do paciente avaliado. O exame é indicado universalmente para mulheres a partir de 65 anos e homens a partir de 70 anos, de acordo com a Sociedade Internacional de Densitometria Clínica, com periodicidade que varia de indivíduo para indivíduo. Abaixo dessa idade, deve ser realizado na presença de fatores de risco, sobretudo antecedente de fratura osteoporótica, doença associada à diminuição da massa óssea e baixo peso. Uma vez constatada a perda inicial de massa óssea, a primeira providência é ajustar a dieta para a ingestão correta de cálcio e vitamina D ou, então, recorrer ao uso de suplementos desses nutrientes. Se, contudo, a osteoporose já estiver em curso, o substrato básico para a formação de ossos não basta, havendo necessidade de medicamentos específicos para impedir a degeneração e estimular a formação óssea, como os bisfosfonatos, a calcitonina e os fármacos biológicos, feitos por meio de biotecnologia.  Mas ninguém precisa chegar a esse ponto. É fundamental consultar um médico regularmente para avaliar também a saúde óssea e, em paralelo, seguir o exemplo das crianças – apostar fortemente em exercícios físicos, ingerir alimentos ricos em cálcio e manter a vitamina D em níveis adequados no organismo. Isso também é garantia de independência e qualidade de vida na maturidade. Prevenção começa na infânciaMesmo se tratando de uma doença relacionada à meia-idade e à maturidade, a osteoporose deve começar a ser prevenida ainda na infância, com a formação de uma boa reserva óssea, o que só é possível com a manutenção dos lácteos na dieta das crianças e dos adolescentes, já que se constituem na principal fonte de cálcio.  Dos 14 aos 18 anos, especialmente, a família deve zelar para que a garotada chegue a um consumo de 1.300 mg de cálcio por dia – quase a mesma ingestão recomendada para mulheres na pós-menopausa e homens acima de 70 anos, de 1.200 mg –, o equivalente a cinco porções lácteas, como um copo de leite de 200 mL, um pote de iogurte de 200 g ou uma fatia de queijo branco de 50 g.  Outra estratégia importante é a prática regular de atividade física, visto que, assim como os músculos, o esqueleto se fortalece com os exercícios, sobretudo os de impacto, como corrida, vôlei, basquete, handebol e vários outros esportes em que os pés em algum momento ficam fora do solo.  Para completar, os especialistas recomendam 20 minutos de exposição diária ao sol, sem protetor, em horários de menor concentração de raios ultravioleta, ou seja, antes das 10 horas e depois das 16 horas. Ocorre que o astro-rei, quando toca a pele, mesmo em parte do corpo – só com braços e pernas expostos –, faz com que o organismo produza a vitamina D necessária para um dia. Pela dieta, essa meta é quase impossível, uma vez que poucos alimentos contêm o nutriente. Mais um motivo para sair de casa e se exercitar com as crianças ao ar livre, no parque ou na quadra.

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21/10/2019
Bem-estar

Para sair da depressão

Há uma epidemia de depressão no mundo. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a condição afeta 4,4% da população da Terra, o que hoje totaliza por volta de 340 milhões de pessoas, sendo a quarta principal causa de incapacitação, em qualquer classe social. Apesar de a doença ocorrer com mais frequência em locais com inverno muito rigoroso – devido ao isolamento social e à ausência de luz do sol, como acontece na Finlândia –, o Brasil, um país tipicamente tropical, ostenta a nada orgulhosa marca de nação mais depressiva da América Latina, tendo quase 6% da população acometida por esse transtorno, ou 12,6 milhões de brasileiros, de acordo com os números atuais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Diferentemente da tristeza, que faz parte da natureza humana, tem motivos conhecidos e cessa em curto prazo, a depressão é uma doença psiquiátrica crônica, associada a uma forte predisposição genética e causada por um desequilíbrio bioquímico no cérebro, que reduz a produção de neurotransmissores relacionados ao humor e ao bem-estar, como a serotonina, a noradrenalina e a dopamina, entre outros. Essas substâncias transmitem impulsos entre as células do cérebro, formando vários caminhos neurais que resultam em cognição, interesse e vontade. Assim, dá para entender por que a menor oferta desses neurotransmissores leva a um quadro de infelicidade profunda, desinteresse geral e falta de vitalidade, muitas vezes sem razão, embora possa haver algum gatilho, como veremos a seguir. Além disso, o quadro aumenta a vulnerabilidade do indivíduo a adoecer fisicamente, na medida em que mina suas defesas naturais e favorece o estado inflamatório do organismo. Isso explica, por exemplo, sua relação com doenças cardiovasculares, dores crônicas e infecções recorrentes. Por que o mundo anda deprimido? Segundo os especialistas, diversos motivos podem justificar esses números. Como primeiro argumento, vale assinalar que a depressão tem sido mais diagnosticada. A doença sempre existiu, é verdade, mas não só havia poucos profissionais de saúde capacitados para detectá-la, como também os pacientes, por falta de informação, mantinham os sintomas e sinais em segredo, temendo ser mal interpretados. Outro fator que contribui fortemente para aumentar a incidência é o estresse, que hoje afeta a maior parte das pessoas ao redor do globo, expostas a trabalho extenuante, violência urbana, medo do desemprego, trânsito, filas intermináveis, intempéries da natureza... Essa tensão diária atormenta a saúde mental na mesma proporção, por exemplo, que o cigarro faz mal para as artérias do coração e do cérebro, assim como para as lesões pulmonares. E essa tensão sem controle acaba culminando em transtornos de humor, entre os quais a depressão.  O consumo de álcool, de drogas ilícitas e até de certos medicamentos também predispõe ao desenvolvimento da doença e vem aumentando em todo o mundo, em especial entre os mais jovens. Algumas condições de saúde ainda favorecem o quadro, como hipotireoidismo e outras disfunções hormonais, obesidade, doenças cardíacas, doenças neurodegenerativas, câncer, traumas físicos e psicológicos e enxaqueca crônica, entre outros.  Por fim, fatos naturais da vida e do cotidiano servem como gatilhos para quadros depressivos, sobretudo para quem já apresenta histórico familiar de alterações do humor, a exemplo de divórcio, demissão e perda de um ente querido, bem como determinados comportamentos, como o uso excessivo de redes sociais – o deprimido, mais facilmente que outros, sente que todos têm uma vida melhor que a sua, viajam, divertem-se e contam com amigos e relacionamentos perfeitos.  Tratamento da depressão à base de terapia e medicamentos É importante salientar que a depressão não é uma doença autolimitada, que se resolve sozinha – ao contrário de um estado de espírito, como a raiva, a decepção e a tristeza. Pode durar de meses a anos e requer tratamento e manutenção constante. Se as pessoas conseguem conviver com a forma leve, empurrando o cotidiano do jeito que dá, a grave pode ser paralisante e ter um desfecho ruim, com comportamentos e atos suicidas.  O fato é que não dá para negligenciar o quadro nem classificá-lo como falha de caráter ou, ainda, considerá-lo como um comportamento normal da idade, notadamente em jovens e idosos, que tendem a se isolar. Deve-se buscar ajuda médica ao reconhecer os primeiros sinais e sintomas, de preferência com psiquiatra, e seguir as recomendações terapêuticas à risca. Afinal, quem teve uma primeira crise, de acordo com os especialistas, apresenta 50% de chance de passar por uma segunda e esse percentual vai se elevando conforme se repetem os episódios.  O tratamento usualmente combina psicoterapia com medicamentos. Nos casos mais leves, pode se restringir à abordagem psicológica. Os antidepressivos, no entanto, são fundamentais nos quadros moderados e graves, com o objetivo de tirar a pessoa da crise. Contudo, os fármacos não fazem efeito rapidamente, levando de duas a quatro semanas para que comecem a oferecer alguma melhora, e costumam causar alguns efeitos colaterais. Por isso, no começo, o paciente requer atenção médica e psicológica bem frequente para aderir às medicações e às sessões psicoterápicas.  A prática de atividade física é altamente recomendável em qualquer grau de depressão, uma vez que os exercícios levam o corpo liberar endorfina e outras substâncias associadas ao bem-estar. Por fim, o apoio e o acolhimento dos entes queridos têm particular importância nesse contexto. Os familiares devem se informar sobre a doença, valorizar as queixas do paciente e participar de seu tratamento, procurando entender que estão diante de uma condição crônica de saúde como outra qualquer – que demanda e pode apresentar seus altos e baixos. Ao mesmo tempo, precisam funcionar como uma referência para ajudar o indivíduo a manter determinados padrões, como se alimentar nas horas certas e de forma saudável, cuidar de sua higiene pessoal e interagir com as demais pessoas da casa.  Não é normal ficar sempre melancólico. Se o interesse pelas coisas está se esvaindo, procure orientação psiquiátrica ou peça ajuda de seu médico de confiança e de seus familiares. Vale insistir: depressão é doença e tem tratamento. Sintomas dos quadros depressivos - Angústia- Ansiedade- Baixa autoestima- Cansaço exagerado- Comportamentos compulsivos- Dificuldade de concentração- Dores crônicas- Fraqueza- Ganho ou perda de peso não intencional- Irritabilidade- Pensamentos suicidas- Perda ou redução do interesse e do prazer pela vida- Pessimismo- Problemas sexuais- Sensação de incapacidade para realizar atividades cotidianas- Sono em excesso ou insônia Dá para prevenir a depressão?Alguns cuidados podem ajudar a evitar a instalação do desequilíbrio bioquímico que caracteriza a depressão: Faça atividades que deixem a mente mais livre de preocupações e pensamentos nocivos, a exemplo de hobbies: leituras, cursos, pintura, jardinagem, música, canto... Controle o estresse. Administre os fatores que estão ao seu alcance, como evitar os horários de pico no trânsito, em shoppings, em repartições públicas e outros, e aprenda a lidar com aqueles sobre os quais não tem controle.  Pratique exercícios físicos regularmente, já que eles ajudam o organismo a produzir agentes químicos essenciais para a manutenção do humor. Sem contar que auxiliam a boa forma, melhorando a autoestima. Mantenha uma alimentação saudável, à base de alimentos consumidos pelos mediterrâneos, como azeite de oliva, nozes e castanhas, peixes, frutas e vegetais, os quais são ricos em gorduras e antioxidantes que fazem muito bem à saúde da rede de neurônios. Evite o consumo de álcool e drogas, que são devastadores para o cérebro e podem precipitar estados depressivos.

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14/10/2019
Saúde da Mulher

Prevenção Para Levar Vantagem Sobre O Câncer De Mama

Outubro Rosa DaVita A detecção precoce é uma estratégia em medicina que permite a identificação de um determinado problema de saúde numa fase em que ainda não há sintomas. O rastreamento do câncer de mama com mamografia periódica tem justamente esse objetivo, ou seja, detectar o tumor em seu estágio inicial, quando ele ainda tem uns poucos milímetros e não é palpável nem para a paciente nem para o médico. Embora receber um diagnóstico de câncer seja ainda uma notícia de difícil processamento, a neoplasia de mama, quando diagnosticada precocemente, tem mais de 90% de chance de cura. O tratamento tende a ser mais conservador, o que significa remoção de apenas uma parte da mama, a chamada quadrantectomia, combinada ao uso de radioterapia e de bloqueio hormonal. Além disso, é possível fazer a reconstrução mamária. Previna o câncer de mama: não deixe os exames para depois Apesar dos avanços, a taxa de mortalidade pela doença permanece elevada. O Brasil registrou 15.403 mortes por câncer de mama em 2015, segundo o Instituto Nacional do Câncer. Ocorre que, na grande maioria dos casos fatais, o diagnóstico é tardio. Por falta de acesso a serviços médicos, desconhecimento, negligência com a própria saúde ou até receio do que possa ser encontrado, muitas mulheres descobrem a doença num momento em que ela está mais evidente e, portanto, mais avançada. Nessa fase, não só o tratamento é mais radical, com cirurgia mais invasiva e quimioterapia, como também há mais chance de as células cancerígenas migrarem para outros órgãos.  O Outubro Rosa propõe justamente uma conscientização para que as mulheres jamais adiem esse compromisso periódico com sua saúde. Para que se informem, procurem seus médicos e realizem os exames periódicos indicados, de forma que, se tiverem de enfrentar um câncer de mama, possam fazê-lo em condições de vantagem. Procure seu ginecologista ou mastologista e marque os exames de rastreamento quanto antes.  

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