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03/04/2020
Prevenção

PÍLULAS DE INFORMAÇÃO SOBRE A COVID-19

5. Qual a diferença entre os testes para Covid-19? O Ministério da Saúde divulgou a intenção de comprar milhões de testes para detectar a Covid-19: a PCR e o teste rápido. Saiba como funcionam e o que pesquisam. Teste molecular (RT-PCR) É o exame de escolha para o diagnóstico do novo coronavírus, na medida em que identifica material genético do agente infeccioso já nos primeiros dias de sintomas, feito por aqui desde fevereiro. Em geral, fica pronto a partir de 24 horas, mas, em vista do crescimento da demanda, os resultados estão saindo com prazo maior em todo o sistema de saúde. Hoje, devido à pouca disponibilidade desse recurso, que afeta também outros países, apenas pacientes em estado grave vêm sendo testados. Contudo, o Ministério da Saúde anunciou a iminente chegada de quase 15 milhões de testes moleculares. Para a análise, o exame usa amostra de secreção nasal e da garganta, colhida por uma haste flexível com pontas de algodão chamada de swab, ou, dependendo do caso, amostra de secreções pulmonares. Teste rápido para detecção de anticorpos Já desembarcou no Brasil uma parte dos 10 milhões de testes rápidos que o Ministério da Saúde prometeu adquirir, os mesmos que vêm sendo usados na Europa e têm seu resultado liberado em 15 a 30 minutos. Ao contrário do RT-PCR, essa ferramenta diagnóstica pesquisa, em uma gota de sangue, os anticorpos que o organismo produz para combater o vírus, o que só começa a ocorrer depois de uma semana do início dos sintomas. Se a triagem for realizada no começo da infecção, o resultado será falso-negativo, razão pela qual o teste precisa ser muito bem indicado e interpretado.  No atual momento da pandemia, o exame ficará reservado aos profissionais de saúde e agentes de segurança, que estão na linha de frente do atendimento da sociedade nos serviços essenciais. Ao ser testado no momento certo, a partir do sétimo dia de sintoma, o profissional afastado com suspeita de Covid-19 poderá ser tratado, se positivo, ou voltar ao trabalho com segurança, se negativo. De acordo com o Ministério da Saúde, quando aplicado massivamente na população geral, o teste rápido será muito importante para detectar as pessoas que já estão imunes e os portadores assintomáticos do vírus, que podem transmiti-lo involuntariamente, assim como para estudos de frequência da infecção.

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02/04/2020
Prevenção

PÍLULAS DE INFORMAÇÃO SOBRE A COVID-19

4. Como se isolar em caso suspeita ou confirmação de Covid-19? Com sintomas respiratórios leves e febre baixa, faça você ou não o teste, a orientação é ficar em casa e tomar medicamentos sintomáticos, analgésicos e antitérmicos, além de, fundamental, adotar os cuidados necessários para não infectar as demais pessoas à sua volta: - Se for possível, mantenha uma única pessoa da família para ser seu interlocutor – de preferência alguém com boa saúde, sem doenças crônicas e abaixo de 60 anos - Alimente-se bem, com uma dieta saudável, hidrate-se bastante e faça repouso - Mantenha-se em isolamento total por 14 dias, de preferência em local não compartilhado. Não saia de casa para nada nem fique junto das pessoas em casa – em moradias pequenas, use máscara e mantenha-se distante dos outros por, ao menos, um metro - Ponha a máscara ao se dirigir para  áreas comuns, como banheiro - Higienize diariamente superfícies do quarto e do banheiro, primeiro com sabão ou detergente e, depois, com um desinfetante com hipoclorito de sódio a 1% - Mantenha seus próprios talheres, pratos e copos, além de toalhas de rosto e de banho, sempre lavando-os antes de usar - Lave suas roupas separadamente, com sabão comum e água quente, de 60 a 90 graus centígrados - Higienize as mãos com frequência, assim como seu interlocutor/cuidador, secando-as, de preferência, com papel-toalha. Faça o mesmo em caso de tosse ou espirro, sempre cobrindo-os com o antebraço. Vale lembrar que, mesmo sem confirmação do quadro por teste, o Ministério da Saúde recomenda que os demais membros da família igualmente permaneçam em quarentena.

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01/04/2020
Prevenção

PÍLULAS DE INFORMAÇÃO SOBRE A COVID-19

3. Diante de sintomas respiratórios, quando procurar um hospital? De acordo com o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Infectologia, a recomendação de buscar um serviço médico de emergência se aplica apenas aos pacientes com febre alta (acima de 39oC) e falta de ar. Também chamada de dispneia, a falta de ar corresponde a um desconforto respiratório ao fazer atividades corriqueiras, como tomar banho, arrumar a cama e cozinhar – ou seja, em ações que, em circunstâncias normais, não dificultariam a respiração.  Pessoas com sintomas respiratórios, ainda que leves, e com doenças crônicas, como diabetes, afecções cardiovasculares e câncer, além de idosos, também devem receber atenção médica imediata, pelo maior risco de evolução grave do quadro. Nesses casos, de qualquer forma, vale fazer primeiramente um contato com o médico que acompanha cada paciente e pedir orientações. Agora, quem tiver manifestações como obstrução nasal, dor de garganta e tosse, sem febre ou mesmo com febre baixa ou estado febril (37,8oC), deve ficar em casa e se isolar. Em 80% dos casos, a infecção pelo novo coronavírus não evolui com gravidade, segundo a Organização Mundial de Saúde. Ademais, caso vá a um serviço de emergência médica com sintomas leves, que podem até ser de um resfriado comum, a pessoa corre o risco de contrair a Covid-19 na sala de espera, se não estiver contaminada ou, ainda, de infectar os demais pacientes que ali estejam por outras queixas e mesmo os profissionais de saúde, se estiver com a infecção pelo novo coronavírus.  Como a doença ainda não tem vacina nem tratamento, a testagem pelo exame molecular (PCR) não traz benefício imediato. Mesmo porque, no atual momento, quem vai para o hospital numa situação não emergencial pode não conseguir fazer o teste, que tem sido reservado a casos graves, ou, ainda que o faça, só receberá o resultado em alguns dias, sendo liberado para casa com medicamentos sintomáticos. Contudo, a situação pode mudar com outros tipos de testes, que, em breve, estarão disponíveis em serviços públicos e privados. Mas esse é um assunto para outra pílula de informação.

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